Produção, características morfológicas e de maturação de cultivares de cana-de-açúcar com diferentes ciclos de amadurecimento para uso na alimentação animal na região de Barbacena/MG, Brasil

Publicado: 17/08/2007
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Sumário

O presente trabalho foi desenvolvido no Sítio Campo Alegre em Barbacena-MG para avaliar, a produção de massa verde (MV), teor (% MS) e produção de matéria seca (PMS), caracter ísticas morfológicas: acamamento, despalha, altura das folhas e colmo da cana planta e as características de maturação obtidas através do % Brix médio, das diferentes alturas e o Índice de Maturação no período de 1,25 anos, de seis cultivares de cana-de-açúcar, sendo: IAC 86-2480 e IAC 86-2210 (precoces), RB 72-454 e IAC 93-6006 (médias), SP 81-3250 e IAC 87-3396 (tardias). O experimento foi estabelecido sob o delineamento estatístico de blocos casualizados em uma unidade experimental constituída de quatro linhas com seis metros de comprimento e espaçadas de 0,8m. As maiores produções de MV foram obtidas com as cultivares RB 72-454 (143,72t ha-1) e IAC 87-3396 (136,81t ha-1) e as cultivares precoces apresentaram produções inferiores a 52t ha-1, e as PMS apresentaram comportamento semelhante ao da MV. Os teores de FDN foram inferiores a 40% e o menor valor para a cultivar IAC 87-3396. Os teores de PB foram inferiores a 1,87%. Ao avaliar o conjunto de características morfológicas pode-se inferir que a cultivar IAC 87-3396 apresenta melhor comportamento, além da elevada produção. A análise de graus Brix não mostrou diferença entre as cultivares e valores inferiores a 13%, indicando uma baixa concentração de sacarose. Avaliando-se o brix nas três alturas do colmo pudemos inferir que as cultivares tardias mostraram declínio de maturação; as de maturação média e a IAC 86-2210 (precoce) com adequada maturação e a IAC 86-2480 com média maturação.

Palavras-chave: %brix, cana forrageira, despalha, maturação, produtividade.

 

INTRODUÇÃO

O Brasil é o maior produtor mundial de canade- açúcar, a qual se destaca, entre as gramíneas tropicais, como a planta de maior potencial para produ ção de matéria seca e energia por unidade de área, em um único corte por ano e amplamente melhorada por diversas instituições de pesquisa nacionais (BOIN, 1985).

A qualidade de uma forrageira depende de seus constituintes, os quais variam, dentro de uma mesma espécie, de acordo com a idade e parte da planta, fertilidade do solo, dentre outros (VAN SOEST, 1994). Entre os fatores que afetam a qualidade da cana-de-açúcar como alimento para bovinos, os mais importantes são idade da planta e a cultivar. O efeito da idade da planta está bem estabelecido (LOVADINI, 1971, BANDA e VALDEZ, 1976), no entanto, o conhecimento do comportamento das diversas cultivares, destinadas a alimentação animal precisa de mais estudos.

Vários fatores interferem na produção, maturação e conseqüente qualidade da cana-de-açú- car, sendo os principais a interação edafoclimática, o manejo da cultura e a cultivar escolhida (CESAR et al., 1987), características que estão sendo constantemente estudadas sob diferentes aspectos. Desta forma, analisar a cultura no seu ambiente de desenvolvimento pode gerar uma enorme quantidade de informa ções para adequar o melhor manejo e cultivar para os específicos ambientes (solo e clima). Assim é possível explorar ao máximo o local de produção para promover o melhor rendimento da cultura e conseqüentemente maior lucratividade ou competitividade para as agroindústrias da cana-dea çúcar ou para os produtores que a utilizam para alimentação animal.

É uma cultura relativamente fácil de se conduzir, tem boa aceitação pelos animais (PEIXOTO, 1964, citado por CARVALHO, 1992) e elevado teor de carboidratos solúveis. Outra vantagem é a sua disponibilidade no período seco, sem que haja queda no seu valor nutricional (PRESTON, 1986; LENG, 1988), justificando o fato de que, na maioria das propriedades rurais brasileiras, figura como uma das forrageiras mais exploradas, ainda que ocupando pequenas áreas (CARVALHO, 1992). A cana-de-açúcar mantém seu valor nutritivo praticamente constante durante o período de maturação, comportamento apresentado por algumas cultivares, sendo os melhores valores obtidos com intervalos de corte entre 12 e 18 meses, contrastando com outras gramíneas tropicais (PRESTON, 1986), que coincide com a fase de utilização da cultura na época seca do ano. A maturação está associada a maior concentração de sacarose, que BOIN (1985) destaca como parâmetro relacionado ao valor nutricional e TORRES e COSTA (2001) sugerem diferenças nestas concentrações até entre cultivares de mesmo ciclo de maturação.

As características morfológicas podem ser empregadas para avaliar o desenvolvimento e a adapta ção da cultura a um determinado ambiente, e dentre esses pode-se destacar: a altura do colmo e altura da folha. A altura do colmo tem correlação positiva com o peso do mesmo, porém possui correla- ção negativa com o diâmetro e a altura da folha apresenta relação com a produção de massa verde e diminui ção de folhas mortas, que reduzem o trabalho de despalha e melhora o valor nutricional pela diminui ção do teor de fibra. Estas características morfológicas podem ser utilizadas para a escolha de uma variedade forrageira (TORRES e COSTA, 2001), as quais podem variar de acordo com estádio de desenvolvimento da cultura. Outro fator a ser investigado para o sistema de produção é a quantidade de material morto produzido, que de acordo com URQUIAGA et al. (1991), não obstante o grande volume de palha produzida, uma quantidade significativa é degradada anualmente (em torno de 90%). Estes autores verificaram que após cinco anos de deposição de palha seca de cana (74t ha-1), apenas 6 toneladas restaram na superfície. Contudo, deve-se ressaltar que existe diferença tanto quanto as quantidades depositadas e degradadas, quanto à resposta diferencial entre as cultivares avaliadas através da brotação da cana soca que proporciona maior ou menor longevidade da cultura (TORRES e COSTA, 2001). Já no sistema com queima apenas 0,4t ha-1 ficaram como resíduo, método que os pecuaristas não utilizam e, portanto, direciona o estudo em sistema de produção especificamente para produção de forragem.

O acamamento é uma característica indesejável, visto que diminui os rendimentos no corte e deteriora a qualidade dos colmos, pelo enraizamento, quando em contato com o solo, provocando a diminui ção do valor da matéria-prima final. O florescimento pode acarretar isoporização dos colmos, aumento do teor de fibra, brotação das gemas dos colmos em pé e paralisação do desenvolvimento vegetativo dos colmos florescidos, com reflexos na produção e qualidade do material. Para STEHLE (1955), embora haja flutuação, é normalmente verdadeiro que em anos de alto florescimento teores de sacarose são menores que em anos de baixo florescimento. Esta característica pode ser avaliada pelo uso dos graus Brix, medida de fácil execução, que é tomada com o uso de refratômetro portátil, a qual pode funcionar com excelente tomada de decis ão pelos produtores para avaliar o momento de colheita.

 

MATERIAL E MÉTODOS

O experimento foi conduzido no Sítio Campo Alegre em Barbacena (Latitude: 21º11?15?s e longitude: 43º48?45?w), Minas Gerais, com objetivo de avaliar a produtividade de seis cultivares de canade- açúcar: IAC 86-2480 (precoce), IAC 86-2210 (precoce), RB 72-454 (média), IAC 93-6006 (média), SP 81-3250 (tardia) e IAC 87-3396 (tardia), segundo LANDELL (1997). O experimento foi implantado em um Latossolo Vermelho-Amarelo e a análise química do solo mostrou os seguintes valores: pH de 5,7; P e K de 1 e 22mg dm-3, respectivamente; Ca, Mg, Al, H+Al e Na, respectivamente com, 1,1, 0,5, 0,1, 2,9 e 0,05 cmolc dm-3; matéria orgânica de 12,9g dm-3.O plantio foi efetuado em maio de 2004, aplicando-se no sulco a dose de 100kg ha-1 de P205, na forma de superfosfato simples. As fertilizações de cobertura foram realizadas utilizando a mistura de uréia e cloreto de potássio, divididas em três aplica ções aos 150, 195 e 261 dias após o plantio, com quantidades de N e K2O de 20 e 30, 30 e 45 e 30 e 45 kg, respectivamente, para as três aplicações. (Falta dados climáticos) A unidade experimental foi constitu ída por parcelas de seis metros de comprimento e quatro linhas, com espaçamento de 0,80m, devido elevada declividade (superior a 30%) da área experimental, o que possibilita a maior penetração e efici ência de utilização de luz, além de reduzir a possibilidade de perda por erosão nos estádios iniciais de desenvolvimento. A área útil constituiu-se por duas linhas centrais, descartando um metro de cada extremidade da parcela. Durante a condução do experimento, foram realizadas capinas aos 130, 185 e 250 dias após o plantio. Utilizou-se o delineamento de blocos casualizados, com quatro repetições, sendo as cultivares avaliadas com quinze meses de desenvolvimento. Após as análises de variância foi realizado o teste Tukey a 10% de probabilidade para as características morfológicas e 5% de probabilidade para as outras variáveis. As amostras foram cortadas e pesadas para obtenção da produçãode MV. As análises bromatológicas foram realizadas no laborat ório do Instituto de Zootecnia da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), para determinação da matéria seca (MS), proteína bruta (PB) e fibra em detergente neutro (FDN) conforme SILVA e QUEIROZ (2002). Foram coletados oito perfilhos, das duas linhas centrais do bloco, onde foi mensurada a altura do colmo, a partir do solo até 1ª colarinho visível. Também foi mensurada a altura da folha, a partir do primeiro colarinho visí- vel, até a 1ª folha do cartucho de folhas acima do meristema apical. A despalha foi avaliada pela altura, que foi mensurada do solo até a primeira folha, com bainha ainda presa ao colmo. A avaliação do acamamento foi realizada pelo uso de diagnose visual de três observadores, na área útil da parcela atribuindo valores percentuais de 0 a 100% de acamamento com escala intermediária de 25% . A determinação do Brix (% Brix) foi feita a partir do caldo extraído da cana-de-açúcar, e foi efetuada em refratômetro de campo, INSTRUTHERM, modelo RT-30 ATC, onde se retirou de cada perfilho, colmos da base, da região intermediária e do ápice. Posteriormente foi analisado a % Brix médio em todas as cultivares, com os valores de Brix da base e do ápice foi calculado o índice de maturação conforme STUPPIELLO (1987).

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

A análise de variância mostrou que houve efeito significativo (P< 0,10) entre as cultivares para a produ ção de Matéria Verde (MV), conforme apresentado na Tabela 1. As cultivares RB 72-454 e IAC 86-2210 foram as que apresentaram maior (143,72 t ha-1) e menor (48,69t ha-1) produção, respectivamente. As cultivares RB 72-454, IAC 87-3396 e SP 81-3250 foram superiores às cultivares IAC 86-2480 e IAC 86-2210, e essas não diferiram da variedade IAC 93-6006, que apresentou produção intermediá- ria. As cultivares precoces apresentaram os piores desempenhos, em torno de um terço do apresentado para as cultivares IAC 87-3396, de comportamento tardio e RB 72-454 de maturação média, mostrando que para a colheita de cana acima de ano as cultivares tardias e a cultivar RB 72-454 são as mais indicadas para a região. As produtividades encontradas na literatura mostram, em um acompanhamento de oito anos, produções superiores a 180 t para a cultivar RB 72-454 (TORRES e COSTA, 2001). O baixo desempenho da cultivar IAC 86-2480 pode em parte ser justificado pela recomendação do boletim de lançamento da cultivar (LANDELL et al., 2002), no qual a recomendação de uso indica áreas de maior fertilidade, diferente da situação encontrada no local do experimento.

 

Tabela 1. Produção de massa verde, teores de proteína bruta e fibra em detergente neutro e matéria seca de cultivares de cana-de-açúcar na região de Barbacena-MG

 

Os teores de MS apresentaram diferença entre as cultivares (P< 0,05), segundo Tabela 1, com um grupo de materiais genéticos de valores superiores a 23%, do qual fazem parte as cultivares tardias e a média RB 72-454, no segundo grupo, com teores inferiores a 21%, encontram-se as variedades precoces e a média IAC 93-6006. A produção de maté- ria seca (Tabela 1), produto entre a PMV e %MS, mostrou superioridade para as cultivares média RB 72-454 e a tardia IAC 87-3396, sendo esta última semelhante à tardia SP 81-3250. As demais variedades apresentaram produções menores que 17t, estatisticamente inferiores as primeiras. As menores produções obtidas foram inferiores às conseguidas no trabalho de Andrade et al. (2003), inclusive para a cultivar precoce IAC 86-2210, com produção de mais de 44t ha-1, muito superior a que obtivemos (9,91t ha-1). Esta maior produção encontrada na variedade de materiais com diferentes ciclos de maturação, no ambiente estudado, pode garantir um melhor planejamento de colheita, garantindo a má- xima eficiência da atividade na exploração da cultura.

O teor de PB (Tabela 1) teve os menores valores obtidos para as cultivares precoces (IAC 86-2210 e IAC 86-2480), seguido da cultivar de maturação média RB 72-454 e os valores superiores a 1,8% para as variedades tardias e a média IAC 93-6006, o que de certa forma reflete o estádio de maturação das cultivares. Os valores são inferiores aos valores médios ( 2,73%) citado por NUSSIO et al. (2006).

As porcentagem de fibra insolúvel em detergente neutro (Tabela 1) apresentaram um grupo com baixo teor (IAC 87-3396, 26,42%), outro grupo com valores superiores a 37,52% (IAC 86-2210 e RB 72- 454) e as demais cultivares com concentrações entre 30,31 e 34,43%. Esses resultados enquadram-se no grupo de menor concentração encontrado por ANDRADE et al. (2003) que comparou 60 materiais gen éticos. Esta característica apresenta alta correlação negativa com o teor de carboidratos totais não estruturais (ANDRADE et al., 2003), que segundo BOIN (1985) reflete positivamente na digestibilidade da MS.

A análise de variância da altura do colmo discriminou dois grupos, o de cultivares mais baixos com a cultivar IAC 86-2480 (1,37m) e o das mais altas com as demais cultivares apresentando valores superiores a 1,80m, conforme a Tabela 2. Apesar dessa característica não ser o único componente da produ ção devemos relacionar que a cultivar de menor porte também apresentou menores valores de produ ção de Massa Verde (MV).

A maior altura de folhas correspondeu as cultivares de maior produção de MV, com exceção apenas da cultivar IAC 86-2210, segundo as Tabelas 1 e 2, o que provavelmente pode ter ocorrido devido à característica de precocidade em interação com o ambiente da Serra da Mantiqueira, considerando o comportamento intermediário de altura de folhas para esta cultivar. As demais cultivares apresentaram comportamento intermediário.

Em relação à despalha, observou-se diferença entre as cultivares IAC 86-2210, de menor, e IAC 87-3396, de maior despalha, e as demais com comportamento intermediário conforme a Tabela 2.

 

Tabela 2. Altura do colmo, altura da folha, altura da despalha e acamamento de cultivares de cana-de-açúcar aos 15 meses de crescimento

 

As cultivares SP 81-3250, IAC 93-6006 e IAC 86- 2210 apresentaram valores de acamamento superiores a 50%, enquanto que as cultivares RB 72-454 e IAC 87-3396 apresentaram valores de 25% e a cultivar IAC 86-2480 não acamou, conforme a Tabela 2. Com relação a esta cultivar, LANDELL et al. (2002) ressalta como característica favorável a elevada resist ência ao acamamento e hábitos de crescimento ereto, associado a ausência de florescimento. O elevado grau de acamamento para as três cultivares encontradas apresentou plantas dos três grupos de maturação, o que para a cultivar precoce e, possivelmente, a média pode ser explicado pela perda de peso fresco acarretando redução de turgidez dos tecidos, e desta forma provocando o tombamento das plantas, conforme descrito por MAULE et al. (2001).

Os resultados de análise de % Brix não apresentaram diferença significativa entre as cultivares, entretanto, conforme apresentado na Tabela 3, verifica- se que as cultivares tardias apresentaram os menores valores, e os valores de maior concentração para a cultivar precoce IAC 86-2210, e a de maturação média, IAC 93-6006, com valores intermedi ários a precoce IAC 86-2480. Esta seqüência descrita sugere que as cultivares tardias poderiam ter elevação dos valores de brix médio com a colheita em um maior período. A maior concentração para IAC 86-2210 sugere que este comportamento tenha contribuído para sua menor produção nas condições deste experimento. De forma semelhante ao %Brix médio, os valores de Brix do meio e ápice do colmo (Tabela 3) não foram diferentes entre as cultivares, entretanto, foi observada tendência semelhante ao comportamento do Brix médio. O valor de Brix na base do colmo, que pela localização sugere a evolução do amadurecimento foi diferente entre as cultivares, o que está de acordo com o sugerido por CASAGRANDE (1991). As cultivares precoces e a cultivar média RB 72-454 apresentaram valores semelhantes entre si, e inferiores apenas para a precoce IAC 86-2210, as demais foram semelhantes aos dois grupos, comportamentos esperados. Esses valores de Brix estão abaixo do valor de 13% recomendado para a utilização na indústria. Consideramos necessário um estudo mais aprofundado para elucidar os baixos valores de sólidos solúveis totais na região.

 

Tabela 3. Média da %Brix da base, região intermediária, ápice do colmo e Brix médio das cultivares analisadas

 

Não houve diferença estatística (P<0,05) entre as cultivares para o índice de maturação (Tabela 4). Contudo, devemos ressaltar que pela escala sugerida por STUPPIELLO (1987), as cultivares tardias apresentaram valores de declínio de maturação, as duas cultivares de maturação média e a IAC 86-2210, de maturação precoce, estavam no adequado grau de maturação e a precoce IAC 86-2480 em estádio de média maturação.

 

Tabela 4. Médias do Índice de maturação

 

CONCLUSÕES

Foi possível discriminar cultivares média (RB 72- 454) e tardia (IAC 87-3396) com elevadas produções de forragem e cultivares precoces inadequadas para a utilização na região.

Com relação ao valor nutricional, a participação da fibra foi baixa indicando a possibilidade de utiliza ção de cana para a região como alimento para bovinos.

Ao avaliar o conjunto de características morfológicas pode-se inferir que a cultivar IAC 87- 3396 apresenta melhor comportamento, considerando que compõe o grupo de maior altura de colmo e melhor despalha associada a um baixo acamamento, além da elevada produção.

Conclui-se que não houve variação na % Brix nas variedades de cana-de-açúcar, mesmo estando em diferentes estádios de maturação.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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VAN SOEST, P.J. Nutritional ecology of the ruminant. 2.ed. New York: Cornell University Press, 1994. 476 p.

***O trabalho foi originalmente publicado no Boletim da Indústria Animal (BIA), do Instituto Zootecnia (IZ/APTA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do estado de São Paulo, Brasil.

 
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