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Da predição à decisão: o papel do NIRS na gestão moderna de micotoxinas

Publicado: 11 de junho de 2026
Fonte : Pegasus Science
Da predição à decisão: o papel do NIRS na gestão moderna de micotoxinas - Image 1
A necessidade por respostas rápidas na cadeia de produção animal nunca foi tão grande.
E, nesse cenário, a espectroscopia no infravermelho próximo (NIRS) se consolidou como uma ferramenta extremamente eficiente: inicialmente aplicada para análises bromatológicas e nutricionais de matérias-primas e rações e, mais recentemente, também para o controle e monitoramento de micotoxinas em ingredientes.
Isso acontece por um motivo claro: simplicidade operacional e velocidad
Diferente de outras metodologias de análise de micotoxinas, o NIRS não exige uso de reagentes, etapas de extração ou pipetagem. O processo se resume à moagem da amostra e leitura do espectro, permitindo um retorno ultra-rápido dos resultados.
Na prática, isso consolida o NIRS como uma tecnologia única para tomada de decisão em tempo real.
Mas existe um ponto crítico que precisa ser discutido: rapidez, por si só, não garante uma boa decisão.
A qualidade da predição de micotoxinas via NIRS está diretamente ligada à robustez das equações de calibração desenvolvidas. E essas equações só são robustas quando:
  • São baseadas em métodos de referência altamente sensíveis e específicos, como HPLC-MS/MS
  • Utilizam dados gerados por laboratórios acreditados conforme ISO 17025
  • São construídas a partir de bancos de dados robustos, com centenas de amostras com contaminações naturais, representativas da realidade de campo
Ou seja, a eficiência do NIRS depende, essencialmente, da qualidade científica por trás do modelo.
Hoje, já é possível aplicar essa tecnologia para predição das principais micotoxinas presentes em ingredientes utilizados na alimentação animal, ampliando significativamente o potencial de controle ao longo da cadeia produtiva.
No entanto, mesmo com uma predição confiável, ainda existe um desafio fundamental:
transformar dados em decisões.
E é aqui que entra um segundo pilar indispensável: a interpretação das informações.
Para que a análise gere valor real, é necessário um sistema que permita:
  • Processamento online dos dados
  • Resultados instantâneos
  • Interface simples e aplicável à rotina indu
Na prática, o fluxo é extremamente ágil: coleta da amostra → moagem → leitura no NIRS → envio do espectro → interpretação imediata.
Mas o diferencial não está no processo.
Está na capacidade de traduzir esse resultado em risco real para o sistema produtivo.
Empresas que conseguem integrar predição rápida com análise de risco deixam de apenas monitorar e passam a gerenciar o risco micotoxinas de forma estratégica.
A Plataforma Olimpo, da Pegasus Science, foi desenvolvida para resolver exatamente esse ponto: integrar predição via NIRS com interpretação de risco em tempo real, transformando dados analíticos em decisão prática dentro da operação.
Na prática, isso significa:
  • mais segurança na utilização de matérias-primas
  • maior assertividade no uso de aditivos anti-micotoxinas
  • redução de perdas silenciosas
  • e decisões mais eficientes, no momento cert
Se você quer sair do nível operacional e realmentecontrolar o impacto das micotoxinas no seu sistema, não basta analisar, é preciso interpretar e agir.
👉Fale conosco e veja como aplicar isso diretamente na sua operação.
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Autores:
Isadora Fabris Laber
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