TRATAMENTO TÉRMICO - Impacto do Tratamento Térmico e dos Processos Subsequentes sobre os Nutrientes, a Microbiologia e a Qualidade Física da Ração

Publicado: 29/04/2019
Autor/s. : Antonio Apércio Klein

Introdução: A indústria de rações do Brasil é muito importante. Somos o terceiro maior produtor de rações do mundo, participando com aproximadamente 6 a 7% do total, produzindo cerca de 67 milhões de toneladas/ano com valor aproximado de 60 bilhões de reais. O custo da alimentação tem uma impor...

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Françuele Alexandre De Medeiros Françuele Alexandre De Medeiros
Especialista em Gestão da Qualidade e Engenharia da Produção
29 de Abril de 2019
Ótimo artigo, cheio de detalhes técnicos e abrangentes sobre os diversos tipos de tratamentos térmicos e seus benefícios em relação á nutrição.
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29 de Abril de 2019
Ajudou bastante no esclarecimento de alguns pontos que, por serem muito práticos, não temos acesso. Valeu!
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Marcos Rostagno Marcos Rostagno
Médico Veterinário
29 de Abril de 2019
Muito bom artigo! Bem elaborado e contendo informações valiosas. Agradeço o seu empenho em publicar toda esta informação. Abraço, MR.
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Thiago cavalcante Thiago cavalcante
engenheiro de produção
29 de Abril de 2019
Incrível o nível de detalhes deste artigo.. parabéns!!
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1 de Maio de 2019
Maravilhoso este artigo, embora minha área seja tratamento térmico externo,ou seja impedir que o calor entre pra dentro dos galpões, estábulos, silos e armazém. reduzindo as temperaturas em 43 a 45%, sem uso de energia elétrica, ou desperdício de água. Sem alterar nada nas instalações. faram anos de pesquisas, para poder hoje falar temos a solução que pode ajudar e contribuir muito para o agronegócio.
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Walterley Neves Walterley Neves
Consultor
2 de Maio de 2019
Parabéns Dom... Teu trabalho já e bastante conhecido. Sabemos da qualidade e do cuidado que você toma ao fazer qualquer serviço de impermeabilização com redução de temperatura... Siga em frente, este trabalho ajudará economizar muito na manutenção dos silos e da qualidade dos grãos, rações e sementes armazenados.
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2 de Outubro de 2019
Walterley Neves obrigado. Nossa missão e levar tecnologia de melhoramento a todos os setores indústrias e Agronegócio.
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22 de Maio de 2019
Bom artigo. Detalhes técnicos excelentes. Meus agradecimentos.
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28 de Setembro de 2019
Obrigado pelos comentários.
Um grande abraço a todos
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1 de Outubro de 2019
Olá Klein, obrigada pelas excelentes informações. Te peço para colocares lá nas referências bibliográficas o trabalho da Meinerz e colaboradores, que citaste no texto. Realmente ele é um clássico da ação da peletização sobre o valor energético das rações. Ganhou prêmio da SBZ inclusive.
É um dos muitos trabalhos que o grupo do Prof Penz na UFRGS fez sobre as diferenças de digestibilidade entre rações fareladas e peletizadas em frangos de corte, mostrando que a peletização(com os parâmetros que usualmente usamos) não altera a digestibilidade das rações, conforme muitos ainda afirmam.

Abraços!
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7 de Outubro de 2019
Andrea Ribeiro Obrigado Prof Andrea.
vou adicionar.
Grato e tudo de bom
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1 de Outubro de 2019
Dr Klein, meus cumprimentos pelo excelente artigo . Concordo plenamente com as considerações anteriores .Pela sua experiência aproveito a oportunidade para fazer uma consideração. No seu relato que transcrevo a seguir;- A digestibilidade proteica dos ingredientes pode ser melhorada com o processamento térmico, por outro lado, quando altas temperaturas de processamento combinadas com alta inclusão de umidade são empregadas, podem ocorrer alterações na estrutura terciária e quaternária da proteína, reduzindo a digestibilidade de proteínas e aminoácidos (PRESTLOKKEN & FÔRUTVIKLING, 2012)..... ;nessas condições não ocorreria também isomerização dos aminoácidos transformando o isômero L em isômero D , o que comprometeria o seu aproveitamento.. Enfatizei esse pequeno detalhe, porque a isomerização dos aminoácidos, parece ser é uma importante consequência do tratamento térmico inadequado.conforme descrito no texto.
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3 de Outubro de 2019
Prezada Profa. Andréa.

Também aproveito a oportunidade para cumprimentar o amigo Klein, pelas excelentes informacçoes apresentadas.

Entretanto, entendo como muito pertinente a consideração da Prof. Andréa, sobre o trabalho feito pelo nosso grupo (em que a Profa. Andréa sempre fez parte), onde mostramos que o mais importante efeito da peletização é o aumento de consumo da dieta peletizada, quando comparado com o consumo da dieta farelada. Também, outra vantagem importante é a redução de gasto de energia no processo de consumo do alimento peletizado. No trabalho de Meinerz e colaboradores, como em outros, e um publicado recentemente pelo grupo do Prof. Maiorka (UFPr), esta evidência ficou clara quando as aves foram alimentadas com quantidades restritas de alimentos peletizado ou farelado, com o mesmo consumo. Neste caso de "pair feeding", as aves alimentadas com dietas peletizadas não tiveram ganhos de peso e conversão alimentar melhores do que aquelas que receberam dietas fareladas. Por esta razão , entre tantas,, é que devemos dar toda atenção a qualidade dos peletes. Peletes que viram "farinha", terminam não sendo consumidos e, algumas vezes, terminamos duvidando da importancia da peletização,que, entendo nunca deverá ser questionada.
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