Processamento Frango Cadeia Avícola

Gerenciando a Cadeia de Processamento Avícola

Publicado: 30/03/2011
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INFORMATIVO TÉCNICO

 

Na avicultura as fases que compõem as cadeias de produção e processamento são inter-relacionadas e interdependentes em altíssimo grau. Por isto, a relação causa-efeito dos vários fenômenos não é, freqüentemente, observada imediatamente após a sua ocorrência, mas, como numa onda choque, seus efeitos se fazem sentir, com freqüência, muito além do ponto em que foram gerados. Por esta razão, o esforço de assegurar a QUALIDADE e o RENDIMENTO DE CARCAÇA no Abatedouro deve iniciar com o alojamento dos pintinhos, passar pelo processamento e só terminar com a chegada dos produtos ao mercado; Isto exige que a cadeia produtiva, da granja à expedição, seja vista e, sobretudo, gerenciada de modo integrado e não segmentada - avós, matrizes, incubatório, nutrição, engorda e etc. - que é uma prática ainda comum, e completamente equivocada, nas empresas, e tendo como "norte" o Abatedouro, e não a atividade fim de cada área.

Porque o Abatedouro como norte? Por ser ele o centro estratégico de uma empresa processadora de aves e a quem se destina a matéria-prima, os frangos vivos. Nesta posição, o ABATEDOURO precisa ter disponível, todos os dias, uma matéria-prima que atenda a vários requisitos - quantidade, peso vivo, sexo, uniformidade e etc. - para poder processá-la eficazmente, técnica e economicamente falando, atender as programações de VENDAS, seu cliente interno, e, ao mesmo tempo, contribuir para a rentabilidade e competitividade da empresa. Assim, para serem eficazes em sua missão, engorda, nutrição, logística, manutenção industrial e as demais áreas têm de manter os ouvidos e olhos grudados no Abatedouro, o seu principal cliente interno, mas a cabeça e as mãos voltadas à suas atividades-base. 

 
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