Fitase rações frangos

EFEITO DA ADIÇÃO DE FITASE EM RAÇÕES DE FRANGOS DE CORTE, DURANTE AS FASES DE CRESCIMENTO E FINAL

Publicado: 28/06/2012
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RESUMO

Os experimentos tiveram como objetivo avaliar os efeitos da enzima fitase nas rações de frangos de corte sobre o desempenho e avaliação de carcaça durante os períodos de crescimento (21 a 35 dias) e final (36 a 45 dias de idade). Duas rações comerciais foram utilizadas, sendo a primeira formulada por uma empresa integradora de frangos de corte (E-1) e a segunda sugerida pela empresa fornecedora da enzima (E-2). Os tratamentos foram: T1 e T4 raç ã o sem adiç ã o da enzima e T2 e T3 raç ã o com fitase. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado, em arranjo fatorial 2 x 2 (duas rações e dois níveis de enzima), com nove repetiç õ es e trinta aves por parcela. A enzima fitase foi adicionada na quantidade de 100 g/t. Houve diferenç a significativa (P<0,01) para ganho de peso e conversão alimentar na fase de crescimento, não ocorrendo o mesmo na fase final (P>0,05). Quanto à avaliação dos rendimentos de partes das aves, só o de pernas apresentou diferença significativa com a ração formulada pela E-2, sem fitase. As rações formuladas pela E-1 apresentaram melhores resultados de desempenho, quando comparadas com as rações sugeridas pela E-2.

Termos para indexação: Avaliação de carcaça, avicultura, desempenho, enzimas.

 

ABSTRACT

The objective of experiments were evaluate to effect of phytase in broilers rations, during growing (22 to 35 days) and final (36 to 45 days of age) phases. Two experimental rations were used each phase, whereas the first diet recommended by the the broiler integration (C-1) and the second suggested by furnished company enzyme (C-2). Treatments consisted in T1 and T4 rations without enzyme and T2 and T3 rations with enzyme. A complete randomized design was used in a 2 x 2 factorial model (two rations x two levels of enzyme) with nine replicates and thirty birds per unit. The enzyme was used in 100 g/ton of ration. Statistically significant difference (P<0.01) was found among the treatments to weight gain and feed:gain ratio to growing phase, not happened identical with final phase (P>0.05). The birds yield parts evaluation was statistically different (P<0.01) in legs yield with experimental rations suggested by E-2, without phytase. The rations formulated with the E-1 that showed better results in relation to rations E-2.

Index terms: Carcass valuation, poultry, performance, enzymes.

 

INTRODUÇÃO

Com o aumento na produção de frangos de corte, os nutricionistas têm se empenhado em buscar soluç õ es para atender as exigê ncias nutricionais das aves que, devido ao rápido crescimento e a conseqüente redução no tempo de abate, passaram a exigir alimentos de melhor qualidade, como também a utilizarem aditivos que façam com que os frangos aproveitem melhor o valor nutricional desses alimentos.

A avicultura é uma atividade econô mica que desempenha papel de grande importâ ncia na estrutura agropecuária do Brasil, sendo um constante desafio para os té cnicos obterem maior produtividade com menores custos.

Vá rios pesquisadores (CLASSEN et al., 1985; LYONS, 1996) têm estudado o efeito benéfico do uso de enzimas exó genas na alimentaç ã o de frangos de corte, visando uma melhora no desempenho dos animais. Uma importante fonte de fósforo são os ingredientes de origem vegetal, porém a maior parte encontra-se combinado com o inositol formando a molé cula do ácido fítico ou hexa-fosfato de inositol que formam uma ampla variedade de sais insolúveis, diminuindo assim a solubilidade e a digestibilidade dos nutrientes.

Dentre os minerais exigidos pelas aves, o fósforo e o cálcio são considerados os mais importantes, por serem necessá rios nã o apenas para ó tima taxa de crescimento, mas também para a mineralização óssea. O fósforo participa nos processos metabólicos e na absorção de nutrientes, além de ser o mineral que mais onera o custo das rações. Entretanto, a alimentação de frangos de corte baseia-se em alimentos de origem vegetal, nos quais aproximadamente 66% do P (fósforo) está na forma de fitato (hexa-fosfato de inositol), segundo Rostagno et al. (2000).

A molécula de fitato é um grande fator antinutricional para monogá stricos, possuindo em sua estrutura grupos ortofosfatos altamente ionizá veis, os quais afetam a disponibilidade de cátions como o cálcio, zinco, cobre, magnésio e ferro no trato gastrointestinal, o que resulta na formação de complexos insolúveis ( SOHAIL & ROLAND, 1999). Os grupos ortofosfatos podem também unir-se às enzimas digestivas e proteínas dietéticas, reduzindo a digestibilidade de carboidratos e aminoácidos (SEBASTIAN et al., 1996). Segundo Ravindran et al. (1995), como a habilidade da ave em utilizar o fósforo fítico é baixa, a biodisponibilidade do elemento fósforo nos ingredientes de origem vegetal também é muito baixa, necessitando da adição do fósforo inorgâ nico e propiciando maior custo da alimentação.

A enzima fitase é produzida por muitas espécies de bacté rias, fungos e leveduras e é capaz de eliminar as propriedades antinutricionais do fitato. Esta enzima é produzida em escala comercial por um número limitado de organismos, sendo o cepas de Aspergillus os mais importantes. Muitos experimentos já foram conduzidos durante os últimos dez anos para demonstrar os efeitos da fitase microbiana na utilizaç ã o de fó sforo pelos frangos (COUSINS, 1999). Em perus, o efeito positivo da adição da fitase na digestibilidade do nitrogênio foi observado por Yi et al. (1996).

A enzima fitase catalisa o desdobramento do ácido fosfórico do inositol, liberando deste modo o ortofosfato para ser absorvido (NEWMAN, 1997). O uso desta enzima nas rações, com a finalidade de aumentar o aproveitamento do fósforo orgânico, que está na forma de fitato nos ingredientes de origem vegetal, vem sendo pesquisado com o intuito de reduzir o custo da adiçã o do fósforo inorgânico na ração.

Com o presente trabalho, buscou-se avaliar os efeitos da fitase nas rações para frangos de corte, durante as fases de crescimento e final de criação.

 

MATERIAL E MÉTODOS

O trabalho foi conduzido no Módulo de Avicultura do Departamento de Zootecnia do Centro de Ciê ncias Agrá rias da UFPB, Areia PB. O experimento foi dividido em dois períodos: crescimento (22o ao 35o dia) e final (36o ao 46o dia de idade) das aves.

Foram utilizados 1080 frangos de corte machos com 21 dias de idade, com peso médio de 863g e 1.880g para as fases de crescimento e final, respectivamente. As aves foram da marca comercial Ross, distribuídas em delineamento inteiramente casualizado (GOMES, 1990), no esquema fatorial 2 x 2 (duas rações experimentais x dois níveis de enzima) com nove repetições, totalizando 36 parcelas com 30 aves por unidade experimental.

A fitase utilizada foi a Natuphos® 5000, produzida pela empresa BASF, sendo caracterizada por um pó de cor amarelo pardo, obtido através de fermentação promovida por fungos do grupo Aspergillus niger e foi usada na dosagem de 100 g/t de raç ã o, como recomendado pelo fabricante.

As aves foram criadas até os 21 dias de idade com uma ração com 23% de proteína bruta e 2.930 kcal /kg de energia metabolizável (EM) para a fase pré-inicial e 21% de proteína bruta e 3.050 kcal/kg EM para a fase de inicial. Para as fases seguintes, crescimento e final, em cada experimento utilizaram-se aves diferentes. Ao final de cada fase analisada, pesaram-se as aves e sobras de ração, para em seguida avaliar o desempenho (consumo de raç ã o, ganho de peso e conversã o alimentar) e rendimento de carcaça, partes nobres (perna e peito) e gordura abdominal dos animais.

Foram utilizadas duas rações experimentais, sendo a primeira formulada por um empresa integradora de frangos de corte no Estado da Paraíba (E-1) e a segunda, formulada pela empresa fornecedora da enzima (E-2), cada uma delas com e sem adiç ã o da fitase e de acordo com as recomendações de Rostagno et al. (2000).

As rações foram formuladas à base de milho e farelo de soja, mantendo-se isoenergé ticas e isoproté icas, com 19% de PB e 3.180 kcal/kg de EM na fase de crescimento e 18% de PB e 3.250 kcal/kg de EM na fase final, como mostra a Tabela 1.

As aves foram alojadas em 36 boxes de alvenaria, medindo cada um 1,40 x 1,90 m de dimensões, com piso de cimento coberto com cama de bagaço de cana. Utilizou-se um comedouro tubular e um bebedouro pendular em cada um destes boxes.

Ao término do experimento, aos 45 dias, após um período de jejum de 8 horas, foram abatidas quatro aves por parcela, de acordo com o peso médio de cada repetição, para que fossem determinados os rendimentos de carcaça (RC), pernas (RPN) e peito (RPT), com pele e ossos, e gordura abdominal (GA). O rendimento de carcaça foi feito em relação ao peso vivo das aves ao abate, enquanto que o RPN, RPT e GA em relação à carcaça eviscerada.

TABELA 1 - Composição percentual e química calculada das rações experimentais, no período de crescimento e final.


As análises estatísticas das variáveis estudadas foram realizadas utilizando-se o programa SAEG 8.0, desenvolvido pela Universidade Federal de Viçosa (UFV, 1999). Na comparação das mé dias dos tratamentos, usou-se o teste F, ao nível de 5% de probabilidade.

 

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

 

Período de crescimento (22 a 35 dias de idade)

Os valores médios de ganho de peso (GP), consumo de ração (CR) e conversão alimentar (CA) deste período de criação estã o apresentados na Tabela 2.

Pelos resultados obtidos, observou-se que houve diferença significativa (P<0,01) entre os tratamentos para ganho de peso e conversão alimentar, sem haver, portanto, interferência da utilização da fitase sobre as duas rações sugeridas pelas empresas. Estes resultados coincidem com os obtidos por Bonato et al. (2001), McKnight (1999) e Sebastian et al. (1996).

Houve efeito significativo (P<0,01) para conversão alimentar, em que se verifica que a E-1 sem enzima apresentou melhor resultado em comparação aos demais tratamentos. Estes resultados estã o coerentes com Ledoux et al. (1998) e Zhang et al. (1998).

Quanto ao consumo de ração, os tratamentos não diferiram estatisticamente (P>0,01) entre si, demonstrando dessa maneira, que a enzima fitase nã o influenciou neste parâmetro pesquisado. Resultados semelhantes foram encontrados por Bonato et al. (2001), Sebastian et al. (1996) e Tejedor et al. (2001), que também não verificaram efeito da adiç ã o da fitase nas rações para esta variável. Por outro lado, estes dados discordam dos resultados encontrados por Ledoux et al. (1998), Quian et al. (1996) e Zhang et al. (1998) que observaram aumento no CR quando utilizaram a fitase nas rações de frangos de corte.

 

Fase final (36 a 45 dias de idade)

Na Tabela 3 sã o mostrados os resultados de consumo de ração (CR), ganho de peso (GP) e conversão alimentar (CA) dos frangos de corte durante o período final de criação.

Os resultados obtidos mostram que nã o houve diferenç a significativa (P>0,05) entre tratamentos para nenhuma das variá veis estudadas. Esses resultados estã o confirmando os dados encontrados por Bonato et al. (2001) e Sebastian et al. (1996) que não observaram efeito significativo com a inclusã o da fitase nas raç õ es de frangos de corte. Da mesma forma, assemelham-se com os resultados obtidos por Biehl & Baker (1997) que, trabalhando com fê meas, nã o verificaram diferenças entre tratamentos para GP e CA. Poré m, trabalhando com machos, afirmaram que a CA melhorou com a utilização da enzima fitase. Para Conte et al. (2001) e Tejedor et al. (2001), os resultados obtidos no presente trabalho estã o contrá rios aos observados nesta pesquisa porque os autores observaram aumento no GP e redução na CA.

Laurentiz et al. (2004), trabalhando com frangos de corte, adicionando fitase em dietas com diferentes níveis de zinco, verificaram que o nível de 1000 FTU/kg de raç ã o resultou no melhor desempenho das aves de 1 a 21 dias e de 1 a 42 dias de idade, poré m, na fase de 35 a 42 dias de idade foi observado que as aves do tratamento sem a inclusã o de enzima, as quais vinham apresentando os piores desempenhos, tiveram um ganho de peso compensató rio e conseqü entemente apresentaram melhor conversão alimentar.

Em relação ao CR, estes resultados estã o semelhantes aos encontrados por Bonato et al. (2001), Sebastian et al. (1996) e Tejedor et al. (2001) que nã o observaram efeito significativo nessa variável, através da inclusão da fitase nas rações de frangos de corte. Por outro lado, adicionando enzimas nas rações de frangos de corte, Conte et al. (2001) observaram um aumento do CR, enquanto que Pizzolante et al. (2000) observaram redução para essa mesma variável.

As mé dias de rendimento de carcaça (RC), de pernas (RPN) e de peito (RPT), com pele e ossos, e de gordura abdominal (GA), ao final do experimento, estão mostradas na Tabela 4.

O tratamento com enzima da E-2 apresentou um resultado superior no rendimento de perna em relaç ã o aos d emais tr atamentos, diferenciando - se principalmente do tratamento 1 (E-1) sem enzimas. Estes resultados mostraram-se semelhantes aos encontrados por Kornegay et al. (1998) quando adicionaram a enzima, mas contrá rios ao Huff et al. (1998) em relaç ã o ao RPN, RPT e GA. Esses resultados demonstraram que a enzima estudada nã o teve o efeito esperado, uma vez que sã o utilizadas nas rações com o objetivo de melhorar o rendimento das aves, já que promovem uma diminuiç ã o da viscosidade intestinal, melhorando també m a digestã o e absorç ã o dos nutrientes no trato digestivo destes animais.

TABELA 2 - Efeito dos níveis da fitase sobre o desempenho de frangos de corte Ross, machos, no período de crescimento

 

TABELA 3 - Efeito dos níveis da fitase sobre o desempenho de frangos de corte Ross, machos, no período final.

 

TABELA 4 - Efeito dos níveis da fitase sobre o rendimento de carcaç a, pernas e peito e de gordura abdominal de frangos de corte Ross, machos, ao final do experimento.

 

CONCLUSÃO

A adição de fitase é importante ser utilizada na fase de crescimento, nã o sendo necessá ria na fase final de criação de frangos de corte.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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