TecnoCarne 2009 - Feira Internacional de Tecnologia para a Indústria da Carne

TecnoCarne 2009 - Feira Internacional de Tecnologia para a Indústria da Carne

25 al 27 de Agosto de 2009
São Paulo - Sao Paulo - Brasil
Info geral

Com 650 expositores e a presença de 25.250 visitantes, a 9ª TecnoCarne - Feira Internacional de Tecnologia para a Indústria da Carne - reuniu empresas e profissionais interessados em produtos e serviços dos segmentos de ingredientes, aditivos, embalagens, refrigeração, automação, transporte, higienização e equipamentos. A feira, realizada de 25 a 27 de agosto, em São Paulo, deve gerar negócios de aproximadamente R$ 500 milhões nos próximos 12 meses.

"O conhecimento tecnológico e a experiência de mercado desse setor no Brasil atrai a atenção de empresários de diversos países. A participação internacional na TecnoCarne confirma a importância da indústria nacional de carne e frigorificados para o cenário mundial", conta Marco Antonio Mastrandonakis, presidente da Brazil Trade Shows (BTS), promotora da feira.

Empresas argentinas, norte-americanas, neozelandesas e alemãs estiveram no evento em busca de estreitar o relacionamento comercial com companhias brasileiras, além de conhecer as tecnologias aplicadas na produção nacional de carne bovina, suína, de frango e pescado.

A Duas Rodas, referência no mercado de ingredientes e aditivos, aproveita a TecnoCarne para apresentar novidades. "Planejamos o nosso calendário de lançamentos coincidente com a feira", revela Joseane Leoni, gerente de Marketing da empresa. A Duas Rodas tem três fábricas no Brasil e três em outros países da América do Sul (Chile, Argentina e Colômbia), além de representação em 25 países em todo o mundo. Na TecnoCarne, a companhia apresentou uma nova linha de realçadores. "Nos pratos de carne prontos, o consumidor busca sabores caseiros. Ele quer a praticidade, mas também quer ter a impressão de que aquilo foi preparado durante horas e horas, em um processo artesanal", explica a executiva.

Outra empresa importante no segmento de aditivos e ingredientes, a Kraki também terminou sua participação na feira com otimismo. "A visitação desta edição foi muito boa, com profissionais qualificados, presença maciça de grandes empresas e da nova geração de profissionais. Além disso, a presença de representantes da América Latina interessados em novas tecnologias foi ótima", diz Caio St. Agmont, diretor da empresa.

A presença de decisores relevantes para o mercado na TecnoCarne também foi observado pela Isoeste, da área de refrigeração. "A feira proporciona contatos com a alta direção das empresas em um ambiente bem administrado. Fizemos várias prospecções e conseguimos atualizar informações do setor", conta Sérgio Bandeira de Mattos, diretor Comercial da Isoeste.

Para a gerente de Marketing da Itap, empresa que produz embalagens flexíveis, Cristina Sartoretto, um dos pontos altos desta edição da TecnoCarne foram as novidades. "Sinto que o mercado está muito interessado em inovações", afirma.


Mercado

Líder mundial na exportação de carne bovina e de frango, o Brasil posiciona-se como uma importante referência no setor de carne e frigorificados. Em 2008, as exportações de carne bovina geraram receita de US$ 5,3 bilhões, segundo a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec). A Associação Brasileira de Produtores e Exportadores de Frangos (Abef) registrou vendas no valor de US$ 2,7 bilhões no primeiro semestre de 2009.
 
A carne suína também apresentou resultados positivos no balanço do primeiro semestre deste ano. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), o setor teve receita de US$ 683,58 milhões no período.

O pescado representa 18% do consumo mundial de proteínas animais. Uma pesquisa realizada em 2008 pela consultoria ECD Food Service identificou que o brasileiro consome cerca de 40 gramas de peixe por refeição feita fora do lar, enquanto o consumo de carne bovina é de mais de 95 gramas por refeição. O especialista Torben Petersen, do Chile, afirma que o crescimento médio do consumo de salmão e truta no mundo é de 10% ao ano.

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