Discussão criada em 04/08/2010

Integração sistemas de produção de suínos e bovinos

Olá, Comunidade Engormix.

Particularmente, acho muito interessante as estratégias de manejo que evitam a degradação ambiental, por isso, coloco o assunto em pauta. Gostaria de citar como exemplo o aproveitamento dos dejetos gerados pelos suínos, que podem ser transformados em insumo para bovinos. Essa alternativa está sendo difundida entre os produtores ?

Deixo o espaço aberto para questionamentos, aporte de informações e também o início de novas discussõe sobre o assunto.

Obrigada.

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8 de Agosto de 2010
Este é um ponto importante e que deve ser repetidamente discutido .
Com o aumento da concentração da produção consequentemente ocorre a concentração de resíduos, sub-produtos e poluição . A reciclagem de nutrientes, independente da forma que ocorra é importante passo para a redução do impacto causado.
Por exemplo a utilização de dejetos de suínos como fertilizante para pastagens, acredito que seja a principal forma de disperção destes efluentes, que pode ser muito eficaz no entanto vejo sendo feito de forma indiscriminada e incoerente.
Muitas vezes, para não dizer sempre, é apenas levado em conta características quantitativas do uso de dejetos e acabam esquecendo das qualitativas , como fez a própria legislação.
Apesar do uso de dejetos suínos ser uma boa forma de fertilizante para pastagem de bovinos, acredito que a adução destas pastagens deveria ser realizada pelos seus próprios dejetos.
Apesar da dificuldade, na minha opnião os dejetos dos suínos deveriam servir com fertilizantes para a culturas quais estes consomem como milho e soja, assim tendo uma reciclagem de nutrientes maior dentro do própria ciclo de produção como consequência diminuição da poluição.

Responder
Luiz W. O. Souza Luiz W. O. Souza
Médico Veterinário, Mestre, Doutor
26 de Agosto de 2010
Caro Rodrigo,

Interessante seu comentá¡rio sobre o uso de adubação orgânica em culturas utilizadas pela própria espécie. Não tenho visto informações específicas sobre isso e gostaria de saber se esta opinião está baseada em aspectos nutricionais da planta, ecológicos, economia de manejo ou outros.
A primeira indagação que me veio à cabeça foi a questão sanitá¡ria. Provavelmente tem estudos sobre a viabilidade de patógenos nas culturas e seus produtos, quando se usa dejetos de granjas onde tem algum ní­vel de contaminação. O tratamento de dejetos, até onde sei, pode eliminar diversos microorganismos maléficos, mas será que eliminaria todos?
Considerando que este raciocínio tem fundamento, não seria mais adequado a recomendação contrária: uso de dejetos em lavouras destinadas à  produção de alimentos para diferentes espécies animais, como aves, por exemplo?
Responder
Romão Miranda Vidal Romão Miranda Vidal
Médico Veterinário
22 de Setembro de 2010
Srs.
A solução não é tão simples assim.
Afora a Legislação Ambiental, existe algo relacionado com Custo/Benefício e Taxa de Retorno em relação ao capital aplicado.
Por quê estas citações.
Uma vez atendidas os dispositivos legais, nos resta então o tal Custo / Benefício.
Para que os dejetos de suínos possam ser aplicados na adubação de pastagens e até de plantio de grãos , ou ainda de capineiras e banco de proteína, os dejetos deverão sofrer um tipo de fermentação anaeróbica, a qual deverá resultar na formação de gás metano. Portanto estamos diante de um pequeno problema de ordem financeira e técnica: Biodiigestor.
Só a fermentação anaeróbica pode ser usada. Esta primeira etapa está resolvida.
Taxa de Retorno em relação ao capital aplicado.
No caso estamos falando do sistema de biodigestão, acrescido de maquinário específico para esparramar este produto final : adubo orgânico de suínos. E então temos mais um pequeno problema. A dimensão da propriedade em relação ao número de suínos criados. No momento atual temos sistemas de integração, onde os suínos são criados em propriedades diferentes e especializadas de acordo com a sua fase de desenvolvimento.
E por fim. Vamos analisar duas situações, que transfiro aos Engenheiros Agrônomos: Plastificação do Solo e Entupimento dos capilares do solo.
Atenciosamente.
Médico Veterinário Romão Miranda Vidal.
CRMVPR-0039
Responder
22 de Setembro de 2010
Luiz ,

Este comentário tem sim bases cientifícas , porém também não sou especialista nesta área e nem estou estudando muito isso, porém aqui onde estudo, UFSC, existe alguns pesquisadores atuando bastante neste sentido . Os prejetos que conheço ficam na cidade de Braço do Norte, onde tem se usando o dejeto de suíno na lavoura , principalmente nas rotações de cultura. Porém em lá em sua grande maioria é utilizado direto na pastagem , entre outros fatores por não ter condições ideais para produção de milho e soja ,como clima , relevo e o tamanho da terra disponível para plantio. Outro fator é o tempo de armazenagem, ficando então mais fácil para os agricultores usarem desta forma.

Olhando as questões de necessidades nutricionais da planta , o dejeto de suíno é uma boa fonte de nutrientes para o solo , porém se apresenta de forma desbalanceada, e com grandes variações dependende manejo , fase criação , sistema , etc...
Foi que eu quiz disser quanto comentei sobre apenas serem utilizados critérios quantitativos para uso de dejetos .

Quanto a questão dos patógenos, acredito que não tenha grandes problemas, porém não conheço este assunto. Um dos fatores que faz eu pensar assim é o que foi comentado pelo Romão quando comentou sobre a fermentação anaeróbica. Pois o grande problema que tem acontecido nos biodigestores é a baixa produção de gás metano. Que apesar de não ter estudos que compovem com precisão por qual moitvo isto vem acontecendo , acredita-se que pelo uso de antibióticos na ração dos suínos que pode vir a afetar a população de bactérias fermentadoras.

Abraço

Responder
2 de Novembro de 2010
O uso de dejeto poderia acontecer com parametros fermentativos controlados, buscando a estabilização da ação micrbrobiologica e mineralização dos nutrientes, agregando valor a esse importante recurso da produção de aves e suínos. As proprias integrações poderiam gerir o bom controle e documentação da fermentação, gerando melhor uso e aumentando o valor agregado à produção. Empresas dedicadas ao processo e comercialização podem sem duvida ter sucesso e serem facilitadores do uso de tecnologia nesse aspecto.
Um dos ganhos não comentados pode ser a qualidade de agua, que para produções agrícolas aonde é usado material não totalmente mineralizado, contamina rios e lagoas.
Responder
Romão Miranda Vidal Romão Miranda Vidal
Médico Veterinário
9 de Novembro de 2010
Srs.
Mais uma vez este assunto gera um bom e exitoso momento para se discutir.
As análises físico-químicas dos dejetos de suínos, em geral apontam para um elevado teor de N e K, e pequena quando não traços de Ca e P. Toda de qualquer aplicação de resíduos sólidos de fermentação de fezes e urina de suínos, em lavouras, deverá ser precedida de um Laudo de Análises de Solo, sob a responsabilidade de um Engenheiro Agronômo.
Outro fator a ser levado em consideração se refere às propriedades rurais. Muitas delas onde são produzidos os suinos e por consequência dejetos, são pequenas propriedades e com o decorrer do tempo a aplicação destes resíduos orgânicos de suínos, poderá acarretar algum problema. Outro fator e suma importância. O relevo das propriedades pode favorecer o escoamento destes resíduos para leitos naturais de água. Não se deve deixar de lado que na região sul do Brasil estamos sob o aqüífero Gurany, que poderá ser contaminado. Na região sul temos a seguinte situação: Paraná 131.300 quilômetros quadrados Santa Catarina 99.200 quilômetros quadrados e Rio Grande do Sul 157.600 quilômetros quadrados, qual seja,40[percent] das reservas aqüífera estão na região sul. Portanto o uso de dejetos orgânicos poderá se tornar um elemento de contaminação deste aqüifero.

Médico Veterinário Romão Miranda Vidal
Responder
24 de Novembro de 2010
Pois aqui no Canada, onde desde há muitos anos se vem aplicando os dejetos de suinicultura na fertilização dos solos (em especial milho e soja) os resultados são magníficos e quem o faz jura nunca mais deixar de o fazer. Um dos sub-produtos da digestão aneróbia é a biomassa excedente que sai com os valores NPK enriquecidos, e cujos resultados práticos da sua aplicação representam cerca de 17[percent] de valorização em relação aos fertilizantes químicos. Acresce ainda que a terra fica mais condicionada e os valores preservados para anos seguintes. Muito teria eu mais para dizer sobre DA (necessitaria de escrever outro livro para o fazer), mas recomendo uma visita à secção de artigos técnicos onde inseri algumas considerações sobre a minha tecnologia de DA. A baixa produção de metano (ainda que técnicamente haja sempre uma relação entre os valores de entrada e a produção de biogás), esta muito mais afectada pela má qualidade do sistema utilizado, i.e., engenharia errada e falta de conhecimentos apropriados para instalar, arrancar e assistir o processo. A grande maioria (quasi totalidade) dos que se apregoam consultores e técnicos em DA, não são mais do que os “copiadores da internet” que nunca viram nem puseram as mãos num digestor, mas que, com os seus fracassos no campo das realidades, vêm dando um mau nome a uma tecnologia reconhecidamente eficiente e que já deveria ter sido adoptada, talvez mesmo legislada, para o tratamento de dejetos agrícolas e municipais. Os patógenos são eliminados na sua quasi totalidade e mesmo os metais pesados são recuperados para sua eliminação, além de que o processo da digestão os converte em oxidos estabilizados que não são absorvidos por formas humanas. As frações líquidas, depois de processadas pela digestão aneróbia, podem ser economicamente, tratadas e recicladas. A quem nisso estiver interessado poderei enviar uma “overview” do meu processo, o que terá que ser feito por email, visto que o “site” não comporta essa informação nesse formato. Meu email: blizo@rogers.com
Duarte Santos (DVM – Angola, especialista suinos – Canada)
Responder
24 de Novembro de 2010
Adicional ao meu comentario anterior, abaixo um quadro de valores nutricionais referente a dejetos tratados por digestao anerobia, extrapolado de um estudo oficial feito pelo Governo do Canada (Departamento de Agricultura).

Nutrientes disponíveis antes e depois da digestão aneróbia

Parâmetro antes depois (g./kg.Sólidos totais)

Ca 17.0
Mg 3.0 2.0
N (total) 11.0 19.0
P (total) 5.0 10.0
K 3.0 2.0

Duarte Santos
Responder
Clederson Schmitt Clederson Schmitt
Médico Veterinário
11 de Janeiro de 2011
Olá!

O que eu posso dizer do sistema integrado de suínos hoje, tem a questão ambiental, mas hoje as novas granjas devem seguir um programa ambiental para sua instalação, e mesmo as atuaiis, necessitam de autorização para funcionar, essa autorização é de responsabilidade do governo do estado. Eu sou acadêmico de veterinária, e pude observar em muitas propriedades que visitei durante o meu estágio no meio oeste de SC existe a conciliação de suíno e bovino de leite, pois os dejetos do suíno depois de passar pelo processo de decantação ( existe um processo que envolve 3 lagoas em declives para realizar a limpeza dos dejetos) usam na lavoura com isso melhorando a pastagem e com isso aumentando o ganho pelo leite. Conforme foi comentado que usam filmes plásticos sobre o solo para evitar a contaminação do solo dos dejetos...mas hoje já se tem fossas de fibra sendo usadas...
Responder
Romão Miranda Vidal Romão Miranda Vidal
Médico Veterinário
12 de Janeiro de 2011
Srs.
Mais uma vez este assunto vem à baila.
O que existe no momento é o seguinte: FALTA DE PLANEJAMENTO. Um pequeno proprietário rural, com não mais de 15,00 hectares, tendo uma área agricultável de 80[percent] ou 12,00 hectares, se entusiasma com a suinocultura de implanta um sistema criatório de suínos Vou citar um exemplo de um artigo publicado pelo Engenheiro Agrônomo Renato Irgang, da Universidade Federal de Santa Catarina: Se tomarmos como exemplo que um macho de plantel, em monta natural, serve 20 porcas e que cada porca produz, em média, 2,4 leitegadas por ano e 10 suínos comercializados para o abate por leitegada, tem-se, de cada macho, 480 suínos comercializados para o abate por ano. Se a conversão alimentar desses animais, dos 20 kg (saída de creche) aos 100 kg de peso vivo, for de 2,80, significa que consomem 107.520 kg de ração para ganhar 38.400 kg de peso vivo. Resultam dem 69.120 quilos de dejetos orgânicos. Se distribuirmos estes 69.120 quilos de adubo orgânico (aqui já fermentado) nos 12,00 has. teremos 5.760 quilos por hectare/ano, isto só de material orgânico, sendo necessário a agregação de elementos minerais (NPK) quando não de outros microelementos. A grande pergunta: Este solo terá condições de absorver estas quantidades por anos seguidos?
Pela minha experiência a grande saida para esta solução: produção de dejetos orgânicos de suínos, estaria na formatação de uma Incubadora Tecnológica Rural, para a produção de adubo orgâno-mineral, que teria a sua destinação aos produtores de hortaliças e outras aplicações.
Caso queiram discutir o uso dos dejetos orgânicos de suínos, para a produção de energia elétrica, para sej comercializada no Sistema Nacional da ANEL, estou a disposição.
Atenciosamente.
Médico Veterinário Romão Miranda Vidal.
Responder
Romão Miranda Vidal Romão Miranda Vidal
Médico Veterinário
12 de Janeiro de 2011
Srs.
Mais uma vez este assunto vem à baila.
O que existe no momento é o seguinte: FALTA DE PLANEJAMENTO. Um pequeno proprietário rural, com não mais de 15,00 hectares, tendo uma área agricultável de 80[percent] ou 12,00 hectares, se entusiasma com a suinocultura de implanta um sistema criatório de suínos Vou citar um exemplo de um artigo publicado pelo Engenheiro Agrônomo Renato Irgang, da Universidade Federal de Santa Catarina: Se tomarmos como exemplo que um macho de plantel, em monta natural, serve 20 porcas e que cada porca produz, em média, 2,4 leitegadas por ano e 10 suínos comercializados para o abate por leitegada, tem-se, de cada macho, 480 suínos comercializados para o abate por ano. Se a conversão alimentar desses animais, dos 20 kg (saída de creche) aos 100 kg de peso vivo, for de 2,80, significa que consomem 107.520 kg de ração para ganhar 38.400 kg de peso vivo. Resultam dem 69.120 quilos de dejetos orgânicos. Se distribuirmos estes 69.120 quilos de adubo orgânico (aqui já fermentado) nos 12,00 has. teremos 5.760 quilos por hectare/ano, isto só de material orgânico, sendo necessário a agregação de elementos minerais (NPK) quando não de outros microelementos. A grande pergunta: Este solo terá condições de absorver estas quantidades por anos seguidos?
Pela minha experiência a grande saida para esta solução: produção de dejetos orgânicos de suínos, estaria na formatação de uma Incubadora Tecnológica Rural, para a produção de adubo orgâno-mineral, que teria a sua destinação aos produtores de hortaliças e outras aplicações.
Caso queiram discutir o uso dos dejetos orgânicos de suínos, para a produção de energia elétrica, para sej comercializada no Sistema Nacional da ANEL, estou a disposição.
Atenciosamente.
Médico Veterinário Romão Miranda Vidal.
Responder
31 de Janeiro de 2011
Com relação a utilização de dejetos de suínos, é evidente que temos algumas opções, que usamos no Brasil Central. Utilizamos em áreas de agricultura de Milho e Sorgo, Milheto, e chegamos a produzir 321sacos/ha de milho ( safra passada ), isto em uma área de 100 Ha. Usando dejetos de suínos, próximo de 120 m3 por Ha em tres aplicações pré plantio com incorporação imediata. Outra opção é uso de dejetos líquidos no confinamento de bovinos, ( período de agosto à novembro ) por volta de 30 litros de dejetos líquido de suinos/dia para cada bovino confinado, após período de adaptação de pelo menos 15 dias com oferta aumentando gradativamente todo dia, iniciando com 600 gramas dia, misturado ao capim, cana, silagem. Considerar que a granja de ciclo completo esta em uma posição (NíVEL) acima do confinamento e os dejetos sao distribuidos por gravidade, sem custo e ou mão de obra. O mais importante para a utilização deste dejeto liquido de suinos para confinamento de bovinos é que NÃO tenha nehum produto de origem animal nestas rações dos suinos: exclusivamente : Milho, Farelo de Soja, Farelo de Trigo, Sorgo, Calcita, Fosfato Bicalcico, Cloreto de Sódio e Premix vitaminico e mineral ). E durante o confinamento dos bovinos, animais que apresentarem rejeição de consumo dos dejetos, já no início do período de adaptação , são retirados dos lotes, isto tem ocorrido em média 2 [percent] dos animais confinados, que voltam para o pasto pois rejeitaram o consumo de dejetos liquidos. Outra observação é que uma granja de ciclo completo, produzindo animais para abate com 150 / 160 dias de idade, com pesos proximos de 120 Kg ( animais pesados ) produz por volta de 180 litros de dejetos por dia por matriz alojada. Para uma granja de 200 matrizes com esta produção de dejetos dia adubo todo ano. Ideal seria uma regra de 3 Ha de área de agricultura dentro da propriedade, por matriz alojada, para que pudessemos fazer rotação de cultura, milho, soja, milheto, sorgo etc. sem o risco de poluição ambiental. Eduardo von Atzingen
Responder
Fernando Junqueira Franco Fernando Junqueira Franco
Engenheiro Agrônomo
22 de Maio de 2011
Caro Sr. Romão,

O seu comentário de 12/01/11 está equivocado. Não se pode calcular a excreção de dejetos através da fórmula "kg de ração - kg de produto", pois grande parte (não cabe aqui especificar quanto) da ração consumida é "excretada" na forma de gases (principalmente gás carbônico) e calor. Portanto, estes cálculos de excreção de material orgânico por cab/dia superestima a excreção. Outro ponto é que os nutrientes minerais estão contidos no material orgânico dos desjetos, portanto a aplicação desses dejetos no solo, dependendo lógicamente da dose e da demanda de nutrientes pela cultura, pode ou não requerer de complementação com adubação química.
Como mostrado na referencia dada pelo sr. Duarte Santos, em geral o balançao de nutrientes nos dejetos de suínos suprem as necessidades de N e K das plantas, e há um excesso de P. Em pastagens, o que pode ocorrer ao longo do tempo é o acúmulo do P no solo. Entretando, solos tropicais são deficientes em P, sendo esse acúmulo exttremamente desejável ao longo dos anos. Um engenheiro agrônomo de análises de solo e dejetos são suficientes para equilibrar a aplicação destes nutrientes, sem causar prejuízo nenhum ao solo.
Apenas o escoamento superfícial dos dejetos poderiam causar poluição, no nosso ambiente tropical. Entretanto, boas práticas de manejo de solo evitando a erosão (o que é obrigatório do ponto de vista de conservação de solo), também são suficientes para eliminar este problema.

A conclusão é que a aplicação de dejetos de suínos, feita de maneira criteriosa e aplicando-se a boa técnica é extremamente benéfica para os solos, tanto no exemplo ilustrado pelo Canadá, mas em especial nos solos de cerrrado como no caso de Goiás.
Responder
4 de Abril de 2016
Na Espanha, também existem áreas florestais com integração de bovinos, ovinos e suínos. Ele permite dar uma boa integração produtiva e conservação dos ecossistemas.

Saudações.
Responder
20 de Julho de 2017
Em Espanha temos um sistema silvipastoril chamada pastagens gado bem conhecido e protegido, onde integramos corte e suino Ibérica. É um ecossistema ambientalmente e culturalmente protegido:

https://www.google.es/search?q=dehesa&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0ahUKEwjdhfGzr5fVAhViL8AKHSqoAxUQ_AUICigB&biw=1366&bih=613

No entanto, os resíduos não são utilizados para porcos alimentando um gado. O sistema dá prioridade porcos pastagem para ser alimentado bolota, e quando explora as bolota d trama euna porcos são passados para o pacote, e no exemplo acima, entra comer gado grama. É um Pastorel rotações por parcela.
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