Mortes Matrizes Granjas Suínos

Mortes de matrizes em granjas de suínos.

Publicado: 23/07/2012
Autor/s. :

1 – INTRODUÇÃO

A taxa de mortalidade de porcas (MP) em um rebanho é um dos determinantes mais importantes do resultado financeiro de uma unidade de produção de suínos. Em estudo realizado nos Estados Unidos num rebanho de 500 matrizes, cerca de 40% das porcas mortas sofreram eutanásia porque não tinham possibilidade de recuperação e por questões de bem estar animal. A maioria dos trabalhos consideram corretamente a eutanásia no cálculo da taxa de MP, pois nesse caso não há aproveitamento econômico da carcaça. Então, nesse artigo, a taxa de MP, refere-se a mortes e/ou eutanásia de porcas. Existem várias formas de cálculo das taxas de MP nos rebanhos, porém, a que melhor representa a situação do rebanho é a taxa de MP anual, em função do inventário médio de matrizes no ano. Mesmo assim, quando os métodos de inventário anual de matrizes ou os programas de gerenciamento de dados são diferentes entre rebanhos, a comparação das taxas anuais de MP entre rebanhos devem ser interpretadas com certa cautela.

Quanto deve ser a taxa anual de MP nos rebanhos? Os alvos citados são de 5-8% e o nível de interferência >10% (ALMOND et al., 2006). Segundo Deen, (2000) as taxas reais de MP das granjas, geralmente excedem aquelas historicamente informadas na literatura.

A MP é um problema multifatorial associado a vários componentes do sistema produtivo: genética, cuidados dos trabalhadores, nutrição, manejo, bem estar, ambiente e infecção. As causas específicas são pobremente entendidas porque o exame "post-mortém" detalhado e exames complementares raramente são realizados. O aumento da taxa de MP pode ser interpretado como um indicativo indireto do alojamento de porcas geneticamente melhoradas nos modernos sistemas de produção (HENRY et al., 2000).

 

1.1 – Importância econômica

A viabilidade das porcas nos rebanhos é um dos indicadores econômicos mais importantes para o setor de suínos. A alta taxa de MP, além do impacto econômico direto, afeta a prolificidade geral do rebanho e a moral das pessoas ligadas à atividade. Exceto para episódios agudos, a MP um pouco acima do alvo é, freqüentemente, ignorada pelos gerentes, proprietários de granjas e pela indústria de suínos. Todavia, isso deve soar como um alarme para o gerente de produção.

Nas últimas décadas houve um aumento importante na taxa de MP (Tabela 1). Dados de campo relativos ao ano de1995 apresentaram as seguintes taxas anuais de MP: 5,45% ± 2,80 no Brasil; 6,49 ± 3,30 no Canadá; 7,80 ± 4,80 nos Estados Unidos (PALOMO, 2006). Em 1996 na França, num estudo envolvendo 102 rebanhos, a taxa anual média de MP, foi de 6,4%, porém com ampla variabilidade entre rebanhos (Tabela 2) (ABIVEN et al., 1998). Koketsu, (2000) avaliou dados de cinco anos (1993 a 1997) em 270 granjas dos Estados Unidos, e obteve média anual de MP de 5,68% (SE=0,13). As taxas de MP baseadas em dados colhidos pelo PigCHAMP em 2002 foram de 5,2% em 119 granjas no Brasil; 4,9% em 36 granjas no Canada; 5,0% em 78 granjas no México; 4,0% em 23 granjas na Tailândia e 8,0% em 105 granjas nos Estados Unidos (DEWEY & STRAW, 2006). Em estudo realizado na Espanha entre 2001 a 2005, sobre um conjunto de dados de 169.780 porcas de oito diferentes genéticas, em rebanhos com média de 408 porcas (115-4000), a taxa anual média de MP foi de 6,35±3,00% com variação de 2,8% a 23,5% entre rebanhos (PALOMO, 2006). Na Suécia, dados de 20.310 porcas indicaram uma taxa de reposição anual de aproximadamente 50%. Dessas 85,3% foram vendidas ao abate, 10,3% foram sacrificadas sem aproveitamento econômico e 4,3% foram encontradas mortas nos rebanhos. A variação das taxas MP anual entre rebanhos variou de 2,0% a 8,2% (ENGBLOM, 2006). Nos Estados Unidos, rebanhos com taxas anuais de MP de porcas acima de 15% não são raros, fazendo com que a taxa de reposição exceda 60% (HENRY et al., 2000). Em um rebanho de 5.200 matrizes investigado durante 20 semanas, a taxa anual de MP, superou os 10% (SANZ et al., 2007).

Tabela 1. Evolução cronológica de alguns parâmetros ligados aos sistemas produtivos de suínos.

 

Tabela 2. Taxa de mortalidade anual de porcas anual em rebanhos com alta (>5%) e baixa (£ 5%) taxas de mortalidade na França em 1995.

Produtores brasileiros que possuem sistema informatizado de gerenciamento da granja, gentilmente informaram as taxas anuais de MP nos últimos 3 anos (Tabela 3). Observa-se uma variação nas taxas entre 1,39% a 11,80% entre as diferentes granjas.

Considero que taxas de MP acima de 5% são altas, embora Almond et al. (2006) citem 5-8% como taxas alvos e o nível de interferência >10%. As perdas financeiras decorrentes da MP incluem o valor da porca morta e dos leitões perdidos quando gestante, o custo de oportunidade dos leitões que seriam produzidos quando a porca está gestante, o custo de uma reposição precoce e a queda na qualidade do rebanho que é difícil de ser estimado. Ademais, a morte de uma porca, muitas vezes envolve a retenção de uma matriz que normalmente deveria ser descartada. Como a MP, também, afeta a moral dos funcionários e gerentes, isso pode ter reflexos negativos sobre o manejo geral da granja. As perdas econômicas diretas devido a MP em um rebanho foram estimadas em 275 a 350 dólares, devido ao alto custo de reposição e custo de oportunidade (PALOMO, 2006). No Brasil esse impacto econômico não tem sido publicado, e como há grande variabilidade nas taxas de MP entre rebanhos (Tabela 3) os impactos econômicos são bastante distintos para cada granja.

 

1.2 – Causas

As MP podem ser (SANZ et al., 2007): súbitas (porcas aparentemente normais e que morrem), esperadas (porcas que são tratadas sem resposta e morrem) ou por eutanásia (porcas que são propositadamente sacrificadas devido ao prognóstico desfavorável e por questões de bem estar). As causas de MP nos rebanhos são numerosas e variáveis, muitas delas devido a distúrbios gastrintestinais, infecção do trato urinário, distúrbios cardiovasculares, problemas do parto e distúrbios no puerpério, enquanto a eutanásia é mais freqüente nos problemas locomotores (fraturas, artrites, epifisiólise, apofisiólise, abcessos, osteocondrose etc.).

Palomo, (2006) cita as seguintes causas envolvidas na MP: morte súbita (17,5%), problemas locomotores (15,7%), infecção urinária (9,6%), parto distóxico (8,8%) e úlcera gástrica, representando 58% do total; porém, em 33,2% das porcas mortas, as causas não foram identificadas (Tabela 4). Nos anos de 1998 e 1999, em oito sistemas de produção com MP anual ³12%, localizados em 6 diferentes áreas geográficas nos Estados Unidos, os problemas locomotores, estruturais e sépticos, foram os problemas mais freqüentemente encontrados (Tabela 5) (IRWIN et al., 2000).

Tabela 3. Inventário de matrizes e mortalidade de porcas em alguns rebanhos brasileiros nos anos de 2004 a 2006.

Em outro estudo sobre 107 porcas mortas de um rebanho de 5.200 porcas, os principais problemas encontrados estavam associados aos sistemas locomotor (artrite e osteocondrose/discondroplasia), gastrintestinal (úlcera, peritonite, prolapso retal, torção), reprodutivo (distoxia, prolapso uterino) e urinário (cistite/pielonefrite); porém menos freqüente, algumas mortes estavam associadas ao aparelho respiratório (pneumonia purulenta, pleurite, broncopneumonia) e circulatório (pericardite, necrose do miocárdio e insuficiência cardíaca congestiva) (SANZ et al., 2007). Entretanto, como a cistite/pielonefrite estão associadas ao aumento na duração do parto e com complicações pósparto, não foi surpreendente que 50% dos achados de necropsia tenham apresentado cistite/pielonefrite como lesão secundária, quando as complicações do parto foram consideradas como causa primária das mortes.

Tabela 4. Causas e estágio do ciclo reprodutivo de mortalidade de porcas.

 

Tabela 5. Causas de morte ou eutanásia de porcas em oito rebanhos norte americanos com taxa anual de MP ³12%, nos anos de 1988 e 1999.

Quanto ao ciclo produtivo, Palomo (2006) encontrou 62,25% de mortes em porcas no 1º (35,2%) e 2º (27,2%) ciclos (Tabela 3) e Sanz et al. (2007) observaram que 60% delas tinham 3 partos ou menos, e que as perdas de porca foram mais freqüentes durante a gestação (40,65%) e lactação (39,4%) do que na cobrição (20,0%). Schultz et al. (2001), verificaram que 39% da mortalidade de porcas ocorriam nos sete dias peri-parto (2 dias antes e 5 depois do parto), incluindo problemas como retenção de placenta e/ou leitões, injúrias físicas, infecção, resposta imunológica prejudicada e inadequado consumo de ração logo após o parto.

Um súbito aumento da mortalidade de porcas em um rebanho pode ser provocado por infecções específicas. A PRRS pode provocar importante aumento das perdas de porcas em um rebanho (IRWIN, et al., 2000), mas segundo Henry et al. (2000) os dados são controvertidos e, no presente, há pouca informação para sugerir que essa doença tem efeito na mortalidade de porcas. No Brasil, essa doença ainda não tem sido notificada.

Porcas criadas em Siscal possuem maior taxa de mortalidade do que as criadas em confinamento (AKOS & BILKEY, 2006). Em um Siscal na Europa foi diagnosticado um súbito aumento de mortalidade de porcas no período pós-parto, associado ao estresse ambiental e tendo como causa o Clostridium difficile (KISS & BILKEI, 2005). Nessa região da Europa a mortalidade de porcas é maior no Siscal do que no sistema confinado. O problema clínico apareceu como uma síndrome MMA pós parto, onde 13% delas morreram, mesmo medicadas. A mortalidade anual que era de 2,4% antes do episódio, passou a 6,2% no período seguinte. Na necropsia apareceu edema do mesocolon, hidrotorax e ascite. A interrupção da administração de enrofloxacina para controle dos problemas pós parto reduziu a mortalidade de porcas de 6,2% para 2,6%, sugerindo que esse antibiótico era parte do problema. No Kenia, em outro sistema de criação ao ar livre, essa condição foi associada a erisipela e infeção por Clostridium novyi, tendo como fonte de infecção o ambiente. Na infecção por C. novyi verificaram descoloração púrpura da pele, rápida distensão da carcaça, edema mandibular, superfície do fígado escuro com aparecia cor bronze e com formação de bolhas de gás, congestão pulmonar, hemorragia e exsudado serosanguinolento em todas as cavidades e estômago com timpanismo e repleto de alimento. Já na erisipela observaram morte súbita, febre, andar com dificuldade demonstrando dor, letargia, inapetência, lesões de pele e aborto (FRIENDSHIP & BILKEI, 2006).

 

2 – FATORES DE RISCO

Como as causas da MP são variadas e complexas, o conhecimento dos fatores de risco envolvidos é fundamental para estabelecer programas de controle. O aumento da taxa de MP pode ter relação com o aumento no tamanho dos rebanhos, redução do período de lactação e, em alguns casos, com prevalência alta de algumas enfermidades crônicas. Há um efeito sazonal para a MP, com maior freqüência no verão, especialmente quando a temperatura da sala é igual ou superior a 32°C, e metade das mortes ocorrem durante as três primeiras semanas após o parto (DEEN et al., 2000). Também, Koketsu, (2000) observou maior risco de MP em rebanhos grandes, com período de lactação curta e em porca com maior número de partos, o que é diferente das observações de Palomo, (2006) em que 62,25% das MP ocorreram no 1º e 2º partos. O risco de MP foi mais alto no período de verão e maior (P<0,01) quando a idade média do desmame era de 18,4 dias (em 1997), do que quando foi de 21,4 dias (em 1993). Na França, em rebanhos que desmamavam os leitões mais velhos, Abiven et al. (1998), encontraram menor risco de MP em rebanhos com desmame menor de 28 dias. Essas discrepâncias provavelmente se devem à diferenças nos sistemas de produção e a existência de diferentes fatores de risco nos rebanhos. Engblam et al. (2006), verificaram que o risco maior de uma porca morrer é entre 0 a 10 dias pós-parto, na paridade 8, no mês mais quente do verão e quando a leitegada é de 7 leitões ou menos.

Então, o parto e a temperatura elevada da sala, parece que em muitos rebanhos são os fatores de risco mais importantes. Ademais, Deen et al. (2000) encontraram também efeito significativo (P<0,0005) para as variáveis ligadas individualmente à porca:

  • A OR diminui 0.2% a cada dia adicional da idade ao primeiro parto;
  • Porcas com maior número de natimortos possuem maior chance de morrer subseqüentemente a ocorrência de natimortos;
  • A OR aumenta 24% quando um ou mais natimortos ocorrem no parto;
  • As porcas com baixa condição corporal ao parto são mais predispostas a morrer.

Em um estudo tipo caso-controle realizado na Bretanha-França em 102 rebanhos (ABIVEN et al., 1998) foram identificaram os seguintes fatores de risco associados a MP:

  • Alta prevalência de infecção urinária, metrite ou distúrbios locomotores aumentou a chance de MP (P<0.10, e OR variando entre 3.4 a 5.2);
  • Rebanhos de multiplicação tinham maior chance de MP que rebanhos comerciais;
  • Fornecimento de ração uma vez ao dia aumentou a chance de MP (OR de 4,2):
  • O fornecimento de três alimentações/dia no lugar de duas com ração farelada para porcas secas, diminuiu a chance de MP;
  • Quando a quantidade máxima de alimento diário fornecido durante os primeiros 15 dias da lactação foi menor que 8 kg havia menor chance de MP, e a alimentação "ad libitum" na lactação, o desmame tardio e a maior quantidade diária de alimento fornecida às porcas estava relacionado a maior risco de MP.
  • Porcas com idade de desmame ³28 dias e/ou com leitegada £12 leitões nascidos tinham maior chance de mortalidade.

Por outro lado, Geiger et al. (2000) encontraram outros fatores envolvidos na viabilidade de porcas:

  • Taxa de reposição: a decisão de manter no plantel fêmeas "marginalmente viáveis" que deveriam ser descartadas, contribui para aumento na taxa de mortalidade.
  • Taxa de seleção/critério de seleção: alta taxa de seleção com critérios inadequados pode manter porcas em produção com pouca chance de longevidade.
  • Confusão com as tecnologias modernas: bebedouro chupeta e comedouro com sistema de queda do alimento são exemplos de tecnologias que reduzem o trabalho, mas as vezes colocam a saúde do animal em risco. Falhas no reconhecimento quando esses equipamentos não estão funcionando pode levar o animal a morte.
  • Produção de alvos: metas de produção podem encorajar o gerente na retenção de porcas que deveriam ser descartadas (porcas marginalmente viáveis), simplesmente para atingir alvos ou quotas. Incentivos financeiros (bônus) para produção de quotas exacerba o problema.
  • Desenvolvimento inadequado das futuras reprodutoras: problemas de piso, densidade, facilidade de manejo, ocorrência de doenças na futura reprodutora pode prejudicar as funções respiratória e cardíaca. A úlcera gástrica pode iniciar na fase de leitoa e se desencadear de forma aguda na vida posterior.
  • Adaptação: quando leitoas de reposição são introduzidas no plantel é necessário desenvolver a imunidade para os patógenos existentes no rebanho. Se no período de adaptação ocorrem problemas como artrite, pericardite, endocardite entre outros, isto pode aumentar a taxa de descarte e de mortalidade de porcas.
  • Características físicas das rações: a úlcera gástrica é uma causa comum de mortes de porcas e tem sido associada ao uso de ração peletizada. O tamanho médio das partículas, a variação no tamanho da partículas, o tempo de alimentação e nível de estresse na alimentação devem ser considerados como fatores importantes.
  • Práticas de vacinação e tratamento: o uso de drogas inadequadas para tratamento porque possuem período muito longo de retirada antes do abate, faz com que a porca seja mantida no plantel por mais tempo, podendo ser vítima de morte.

Os fatores de risco acima citados devem ser interpretados como indicadores da qualidade do manejo e higiene. Geralmente, a alta taxa de MP em um rebanho reflete pobre condição global de criação dos animais.

 

2.1 – Controle

Medidas de intervenção que definem necessidades fisiológicas, direcionadas ao manejo da alimentação e do ambiente parecem ser os melhores passos iniciais no controle das perdas de porcas. Quando as causas envolvidas não são específicas, o controle envolve uma análise aprofundada dos possíveis fatores de risco existentes na granja que podem estar contribuindo para o aumento da mortalidade.

Atenção especial deve ser dada ao plano de alimentação das porcas mantendo-as sempre em bom estado nutricional, aos períodos de maior risco como no pari-parto, a temperatura da sala quando excede 32°C e quando houver aumento da taxa de infecção urinária no rebanho.

O gerente e os funcionários devem estar aptos para identificar precocemente porcas com problemas e que necessitam de cuidados especiais como remoção para local adequado (baia hospital) e tratamento individualizado, sob orientação veterinária.

Embora existam informações de que o uso de antibióticos pode reduzir a mortalidade de porcas, isso não é aceitável como um bom procedimento operacional e não deve substituir a atenção que deve ser dispensada às necessidades fisiológicas das porcas.

 

3 – CONCLUSÕES

De maneira geral dá-se muito mais atenção para taxas de mortalidade acima do normal nas fases de creche e crescimento/terminação do que para as taxas de MP. Por que as vezes ignoramos as taxas de MP acima de 5% ao ano nos rebanhos? O impacto dessa variável na produtividade geral do rebanho é alto e não deve ser negligenciado.

Pelos dados de literatura e da experiência na análise global de rebanhos brasileiros, as taxa de MP são elevadas em muitas granjas. Os técnicos e produtores não podem se conformar com MP anual acima de 5% em um rebanho suíno, pois isso, além do impacto econômico direto, reflete a existência de problemas globais e afeta a produtividade geral do rebanho.

A saúde do rebanho e à atenção dada ao manejo das matrizes são componentes críticos para a MP. Cuidadosa observação diária das porcas, deslocamento adequado entre os galpões, inspeção diária da disponibilidade de água, adequado plano de alimentação das porcas e rápida intervenção individual com isolamento daquelas com problemas de saúde são essenciais para manter a taxa de MP abaixo de 5%.

 

4 – REFERÊNCIAS

1 Abiven, N.; Seegers, H.; Beaudeau, F.; Laval, A.; Fourichon, C. 1998. Risk factors for higt sow mortality in French swine herds. Preventive Veterinary Medicine, v.33, p.109-119.

2 Almond, G. W.; Flowers, W. L.; Batista, L.; D´allaire, S. 2006. Diseases Of The Reproductive System. In: Straw, B. E.; Zimmerman J. J.; D´allaire, S.; Taylor, D. J. Diseases of swine. 9. ed. Ames: Blackwell Publishing, p.113-148.

3 Deen, J.; Xue, J. L.; Irwin, C.; Geiger, J. 2000. A study od epidemiology of sow mortality. In: INTERNATIONAL PIG VETERINARY SOCIETY CONGRESS, 16., 2000, Melbourne. Proceedings. Melbourne: IPVS, p.289.

4 Dewey, C.E.; Straw, B.E. 2006. Herd Examination. In: Straw, B. E.; Zimmerman, J. J.; D´allaire, S.; Taylor, D. J. Diseases of swine. 9.ed. Ames: Blackwell Publishing, p.3-14.

5 Engblom, L.; Lundehein, N.; Strandberg, P.; Dalin, A.M.; Andersson, K. 2006. Risk analysis on mortality in Swedish sows In: INTERNATIONAL PIG VETERINARY SOCIETY CONGRESS, 19., 2006, Copenhagen. Proceedings. Copenhagen: IPVS, v.1, p.294.

6 Friendship, C. R.; Bilkei, G. 2006. Concurrent swine erysipelas and Clostridium novyi infections associated with sow mortality in outdoor sows in Kenya. Veterinary Journal, (no prelo).

7 Geiger, J. O.; Irwin, C.; Pletzer, S. 2000. Management practices which influence sow viability. In: INTERNATIONAL PIG VETERINARY SOCIETY CONGRESS, 16., 2000, Melbourne. Proceedings. Melbourne: IPVS, p.291.

8 Henry, S. C.; Tokach, L. M.; Pretzer, S. D.; Geiger, J. O. 2000. Considerations on the incresing mortality rates in sow herds. In: INTERNATIONAL PIG VETERINARY SOCIETY CONGRESS, 16., 2000, Melbourne. Proceedings. Melbourne: IPVS, p.294.

9 Irwin, C. K.; Geiger, J. O.; Pletzer, S.; Henry, S. 2000. Identifying causes of sow mortality. In: INTERNATIONAL PIG VETERINARY SOCIETY CONGRESS, 16., 2000, Melbourne. Proceedings. Melbourne: IPVS, p.290.

10 Kiss, D.; Bilkei, G. 2005. A new periparturient desease in Eastern Europe, Clostridium difficile causes postparturient sow losses. Theriogenology, v.63, p.17-23.

11 Koketsu, Y. 2000. Retrospective analisys of trends and production factors associated with sow mortality on swine-breeding farms in USA. Preventive Veterinary Medicine, v.46, p. 249-256.

12 Palomo, A. 2006. Analysis of sow mortality among breeding sows in Spanish pig herds. In: ALLEN D. LEMAN SWINE CONFERENCE, 2006, Minnesota. Proceedings. Minnesota: Colege of Veterinary Medicine, University of Minnesota, v.33, 3p.

13 Sanz, M.; Roberts, J. D.; Perfumo, C. J.; Alvarez, R. M.; Donovan, T.; Almond, G. W. 2007. Assesment of sow mortality in a large herd. Journal of Swine Health and Production, v.15, n.1, p.30-36.

14 Schultz , D.; Dau, D.; Cast, W.A. 2001. A sow mortality study the real reasons sow die identifying causes and implementing action. In: AMERICAN ASSOCIATION OF SWINE VETERINARY, 2001, Des Moines. Proceedings. Des Moines: [s.n.],. p387-395.

 
Autor/s.
 
remove_red_eye 1901 forum 1 bar_chart Estatísticas share print
Compartilhar :
close
Ver todos os comentários
 
   | 
Copyright © 1999-2020 Engormix - All Rights Reserved