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Enzimas e emulsificantes: eficiência nutricional com menor custo

Publicado: 30 de junho de 2026
Por: Ricardo Castilho - Diretor técnico e presidente da Safeeds
Safeeds destaca combinação entre enzimas e emulsificantes para elevar a eficiência nutricional e reduzir custos na produção animal 
Tecnologia associada melhora a digestibilidade dos nutrientes, potencializa a conversão alimentar e amplia a rentabilidade das granjas 
Em um cenário em que cada ponto de conversão alimentar representa ganhos econômicos significativos para o produtor, investir em tecnologias capazes de aumentar o aproveitamento dos nutrientes tornou-se uma das estratégias mais importantes da nutrição animal moderna. Entre essas soluções, a associação entre enzimas exógenas e emulsificantes vem ganhando espaço por proporcionar maior eficiência digestiva e melhor retorno sobre o investimento. 
Segundo Ricardo Castilho, diretor técnico e presidente da Safeeds, o conceito vai muito além da simples inclusão de aditivos na formulação das dietas. O objetivo é permitir que o animal aproveite praticamente todo o potencial nutricional presente nos ingredientes da ração. 
"Os ingredientes utilizados na fabricação das rações possuem nutrientes extremamente valiosos, mas nem sempre o organismo dos animais consegue aproveitá-los de forma completa. É justamente aí que entram as enzimas exógenas e os emulsificantes. Quando essas tecnologias trabalham de maneira integrada, conseguimos liberar nutrientes que antes permaneciam indisponíveis, aumentando significativamente a eficiência alimentar", explica. 
As enzimas exógenas complementam a produção natural do organismo dos animais, promovendo a quebra mais eficiente dos componentes da dieta. Proteases aumentam o aproveitamento das proteínas; carboidrases degradam polissacarídeos presentes nos ingredientes vegetais, liberando energia adicional; e fitases tornam minerais como fósforo e cálcio mais biodisponíveis, reduzindo perdas e contribuindo para formulações mais sustentáveis. 
Ao mesmo tempo, os emulsificantes exercem papel fundamental na digestão das gorduras. Como os lipídios apresentam digestão naturalmente mais complexa, principalmente em animais jovens, essas moléculas facilitam a formação de micelas e ampliam a absorção intestinal dos ácidos graxos, permitindo melhor utilização da principal fonte energética da dieta. 
Para Ricardo Castilho, o verdadeiro diferencial está justamente na combinação dessas tecnologias. 
"Não basta melhorar apenas o aproveitamento da proteína ou apenas da gordura. O grande ganho acontece quando conseguimos aumentar simultaneamente a digestibilidade de proteínas, carboidratos, minerais e lipídios. Essa atuação integrada faz com que o animal converta mais nutrientes em desempenho produtivo", afirma. 
Diversos estudos científicos demonstram que programas nutricionais baseados na combinação de enzimas e emulsificantes proporcionam melhor conversão alimentar, maior ganho de peso, redução da excreção de nutrientes e maior eficiência econômica. Além disso, permitem ao nutricionista maior flexibilidade na formulação das dietas, reduzindo custos sem comprometer o desempenho zootécnico. 
Essa abordagem também acompanha uma tendência mundial de produção mais sustentável. Quanto maior o aproveitamento dos nutrientes presentes na ração, menor é o desperdício de matérias-primas, menor a excreção de fósforo e nitrogênio no ambiente e mais eficiente se torna toda a cadeia produtiva. 
Na Safeeds, essa filosofia faz parte do desenvolvimento de tecnologias voltadas para a máxima eficiência nutricional. A empresa reúne um portfólio completo de enzimas exógenas e soluções para melhoria da digestão lipídica, permitindo que as diferentes ferramentas atuem de forma complementar dentro dos programas nutricionais. 
"Hoje não falamos apenas em adicionar uma enzima ou um emulsificante. Falamos em construir uma estratégia nutricional inteligente. Quando conseguimos extrair o máximo valor de cada ingrediente utilizado na formulação, produzimos mais carne, ovos ou leite utilizando menos recursos. Esse é o caminho da sustentabilidade econômica e da eficiência produtiva", conclui Ricardo Castilho 
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Ricardo Castilho - Diretor técnico e presidente da Safeeds
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