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Meio Ambiente Agronegócio

Meio Ambiente e Agronegócio

Publicado: 30 de novembro de 2009
Sumário
É um equívoco caracterizar como antagônica a relação entre meio ambiente e produção agrícola. Tal premissa parece atender a um preconceito ideológico, que configura o produtor rural como um senhor de terras preocupado tão somente com o lucro. Nesse lugar-comum, ecologia e agricultura - seja em pequena, média ou larga esca...
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Autores:
Dr. Francisco Sérgio Turra
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Luis
Luis
30 de noviembre de 2009
Boa Tarde!!! O formato ao qual as propriedades fasmiliares estão arraigadas traz a tona discussões contraproducentes à realidade do pequeno agruciltor, fazendo-se do uso em muitos momentos de arrendamentos e partilhas sem qualquer fomento ao desenvolvimento sustentável. Descrevo como exemplo o caso Walmart, em sua visão de responsabilidade social está adquirindo apenas de produtores limítrofes a loja em questão, fomentando com isso a permanência das familias no campo.
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Geder P. Cominetti
13 de diciembre de 2009
Parabenizo-o pelo artigo, Dr. Francisco Turra, Sou criado no meio rural, acompanhei e vivi esta transformação da agropecuária, do extrativismo ao desenvolvimento sustentável, o qual defendemos e buscamos mais recentemente com maior vigor e adeptos. Temos muito que avançar ainda, claro, mas já existe um amadurecimento e consciencia muito grande neste sentido. Os que criticam e taxam a agricultura e pecuária atual como destruidora da natureza, não a conhecem direito, houve um grande avanço e continua neste sentido rumo à produção sustentável de alimentos. Existe muito barrulho mal fundamentado sobre isso, precisa-se conhecer melhor o que de fato está sendo feito. Convido os mais radicais a se inteirarem melhor e somarem forças para alcançarmos essas metas o mais rápido possível. Abraços, Geder P. Cominetti Méd. Veterinário
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Matemático Arturo Gómez
23 de diciembre de 2009
Concordo que nem todo produtor agropecuario é um destruidor da natureza Concordo também que existem produtores e formas de produção que melhoram o meio ambiente e a preservação das especies, e que isso deve ser estimulado e pesquisas deveríam orientarse em esse sentido. Mas tambem não devemos esquecer que hoje temos ainda muitas agresões ao ambiente por parte de algums produtores rurais. Deveriam procurarse políticas inteligentes para integrar esse produtores em programas sustentáveis, e também aplicar a lei quando corresponda (como em casos de queimadas o desmatamentos) Também é importante lembrar que boa parte de agressão ambiental se da em cidades e regiões suburbanas, com a eliminação de árvores, corregos, etc. Com a falta de planificação habitacional que está levando a desmatamentos enormes em zonas de mata atlántica.
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Romão Miranda Vidal
5 de enero de 2010
Senhores. O mal que nos acomete de momento, tem uma larga e distante história de desmatamentos, de ocupações irregulares de glebas, antes cobertas com coleções de espécies da fauna e da flora. O que restou? Um deserto verde. Um deserto estacional, representado pelas culturas estacionais e outro pelas pastagens perenes. Estamos hoje quase que chegando perto, do desastre ambiental que os americanos provocaram na sua corrida rumo ao oeste. Dizimaram populações ínidas, rebanhos de búfalos (bisão americano), florestas nativas. Esta situação é que estamos vivendo no momento atual. O que nos resta? Uma medida governamental, onde se possa limitar o avanço desordenado, sobre novas areas ainda virgens. Anti-democrático, anitpático, inconstitucional e outros tantos anti, é o que será ouvido pela bancada ruralista, pelo MST, pela CNA e assim por diante. O agronegócio de hoje é diferente de dois anos atráz. Utilizar 100[percent] de uma área com mono-cultura, passa a ser visto como uma atividade ecologicamente incorreta. Existem alternativas a serem praticadas e posta em prática. A agrossilvicultura é uma delas. Medidas planejadas de uso do solo, onde várias culturas, inclusive a pecuária de corte e plantios estacionais, deverão ser uma constante. Ainda existe tempo para nos redimirmos e se formos adotar os preceitos que tão sabiamente cita o autor, Dr. Turra. Atenciosamente. Médico Veterinário Romão Miranda Vidal. CRMV - PR-0039
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Luiz Antonio Fernandes
2 de junio de 2010
Prezado Sr. Francisco Turra (Presidente da Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frango (Abef), ex-ministro da Agricultura) É bem oportuno seu comentário. Ssou produtor rural e TA, na região Norte(Pará) e tenho observado que pelo menos no município onde mantemos produçaõ, que exige da administração pública somos nós os produtores. O aspecto da preservação é ainda para alguns administradores públicos prioridade baixa, a não ser q vá mobilizar interesses de recursos financeiros ou popularidade. Temos um caso atravez da emater e do basa que para qualquer tipo de projeto envolvedo pronaf no qual o arrendatário naõ pode obter recursos para poder custear ou recuperar nascente, além de não poder ter acesso aos recursos do + alimento, a alegação é q tem que ter garantias, além do qual os engenheiros da emater não coloca as prioridades de preservação ou contaminaçao de lençois freáticos, ou assoreamento de igarapés. Os recursos só saem para quem é proprietário ou tem algum tipo de produto do banco, além da emater estar indicando os fornecedores. Só estão liberando recursos para faixas de até R$1500,00,pois esses recursos não saõ acompanhados pelos enenheiros da emater, e o produtor acaba usando para investir naquilo de consumo próprio, não na terra. É triste ver que aqui no Norte a valorizacçao da natureza pelo p´roprio profissionais é um segundo ou terceiro plano, sendo o primeiro o interreses nitidamente político. Essa cituação tem que ser revertida para como funciona lá pelo sul, que o produtor da em garantia o bem adquirido e a sua produção, como sendo um profissional liberal que dá a garanti o seu profissonalismo e trabalho, prevalecendo a sua capacidade de honrar compromissos e não a bajulação aos interesses de uma articulaçao Banco, Assistênca técnica e fornecedores e não pela politica do governo federal.
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Lic. en Ciencias Animales, Doctor en Filosofía - PhD, Ciencia Animal (Ciencia Avícola) / Gestión de micotoxinas en las Américas
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