Teste de sensibilidade para coccidiose aviária

Publicado: 12/08/2019
Autor/s. : Eduardo Muniz* e Igor Santos**

A perda de sensibilidade aos medicamentos veterinários é um problema que cresce à medida em que usamos os antimicrobianos, fungicidas, inseticidas, antihelmínticos e anticoccidianos. Esse processo nada mais é do que a manifestação da lei da seleção natural aplicada aos microrganismos. Dessa forma, a perda de sensibilidade frente aos me...

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12 de Agosto de 2019
Eu uso simbióticos e nunca mais tive problemas com coccidiose !
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12 de Agosto de 2019
Parabéns Eduardo e Igor. Muito claro e sintético.
Trabalhei muito tempo com Provas de Sensibilidade há muitos anos (Cyanamid) e, inclusive, foi publicado na época um trabalho de Larry McDougald e o falecido Prof. Lamas, com uma análise das cepas brasileiras e argentinas resistentes aos ionóforos. Caiu em desuso na época, porque na prática não refletia o que se observava no campo. Exemplo: tinha um cliente com uma cepa "quente"de E. acervulina identificada em uma granja sentinela, entretanto, o problema não se refletia nos resultados zootécnicos, talvez porque a competição no galpão por outras espécies inviabilizava a predominancia daquela cepa (?).
Os americanos tem usado bastante esta prática no momento, em função da necessidade de escolha dos anticoccidianos sintéticos que estão utilizando nos programas associados às vacinas de coccidiose. Concordo que é mais uma ferramenta que auxilia na tomada de decisão quando bem interpretada, como vocês comentam.
A sua empresa está disponibilizando esta prova para os clientes?
Grande abraço e grato pelo material.
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Eduardo Muniz Eduardo Muniz
Gerente de Serviços ao Cliente da Zoetis
19 de Agosto de 2019
Caro Lancini. Muito obrigado pelo comentário e principalmente por compartilhar sua experiência (vasta!!!). A Avicultura é fascinante, pois mesmo em temas considerados esgotados sempre há o que fazer. A ideia de trazer o AST para o Brasil (depois de vários anos) é disponibilizar mais uma ferramenta para o controle da coccidiose. Tenho certeza que os resultados dos testes de sensibilidade irão aumentar nossa compreensão sobre a eficácia dos anticoccidianos utilizados no Brasil e irá auxiliar na escolha de melhores decisões. Estamos tomando muito cuidado com a adequada amostragem do material de campo (número de granjas, idade do lote, clínica e anamnese completa) para que o inóculo represente o desafio de campo. Esse ponto é fundamental e concordo com seu comentário (muito pertinente). O primeiro resultado do AST já foi publicado neste ano na Conferência FACTA. Esperamos realizar testes em diferentes regiões do Brasil. Todos os resultados serão apresentados em congressos científicos. Forte abraço.
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6 de Março de 2020
Boa tarde, desculpe pela minha ignorância eu não conhecia este termo, para mim era químico. Se for ver pela logica, toda substancia sintetizada tem que ser sintética.Gostei muito dos comentários e troca de experiencias .É mais uma ferramenta para melhorar as escolha dos anticoccidianos. No que diz respeito ao uso de simbióticos, que com certeza é um excelente produto , ele pode corrigir a falha e não resolver. Acredito que devemos resolver os erros e não usar aditivos como muleta.
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