Forma física da ração contendo milheto sobre a digestibilidade dos nutrientes para frangos de corte

Publicado: 20/03/2014
Autor/s. : Thaysa Torres, Maria do Carmo Mohaupt Marques Ludke, Carlos Boa-Viagem Rabello, Maria Alice Martins de Faria e Misleni Ricarte Lima, Departamento de Zootecnia, Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), PE; Jorge Vitor Ludke, Embrapa Suínos e Aves, SC; Paulo Cezar Gomes, Departamento de Zootecnia, Universidade Federal de Viçosa (UFV), MG, e Evaristo Jorge Oliveira De Souza, Unidade Acadêmica de Serra Talhada, UFRPE, PE.
RESUMO
Objetivou-se avaliar a digestibilidade dos nutrientes em dietas com diferentes formas físicas contendo milheto grão e moído para frangos de corte nas fases pré-inicial e inicial. O delineamento experimental foi blocos ao acaso, em arranjo fatorial 3 x 2, com três dietas formuladas (ração sem milheto, ração com 20% milheto grão e ração com 20% milheto moído) sob duas formas físicas (fareladas ou peletizadas). Foram utilizadas cinco repetições por tratamento e seis aves por unidade experimental para determinação de digestibilidade dos nutrientes e energia metabolizável aparente e aparente corrigida para retenção de nitrogênio das dietas. Os resultados demonstraram que a energia metabolizável aparente das dietas que continham o milheto grão ou moído não diferem entre si (P>0,05), e o mesmo ocorreu para os valores de aparente corrigida para retenção de nitrogênio. As dietas peletizadas foram mais digestíveis, uma vez que proporcionaram melhor utilização do milheto grão.
Palavras-chave: alimento alternativo, aves, energia e proteína 
 
INTRODUÇÃO
As condições edafoclimáticas do Nordeste favorecem a produção do milheto, ingrediente com potencial na alimentação de aves nesta região, o que permite a sua produção regional. Nunes et al. (2000) relatam que tem-se estudado este ingrediente na alimentação das aves desde a década passada. Rostagno et al. (2005) citam que o milheto normalmente contém valor de energia metabolizável inferior e teor de proteína bruta superior aos encontrados no milho. O milheto (Pennisetum glaucum), considerado o quarto cereal mais produzido no mundo, tem sido utilizado em algumas regiões tanto na alimentação humana como na alimentação animal (FAO, 2005; CARVALHO et. al 2009). Entretanto, informações sobre o milheto são escassas na literatura, o que restringe a utilização deste ingrediente alternativo. Nos últimos anos não se tem observado este ingrediente em rações devido ao preço pouco interessante e à pequena e descontínua oferta (MURAKAMI et al. 2009).
Para suínos em crescimento, o milheto nas rações não interferiu no ganho de peso, consumo e conversão alimentar, de acordo Bastos et al. (2002). Avaliou-se em uma pesquisa os níveis de inclusão, e constatou-se que o uso do milheto pode ser feito para suínos em até 60% (BASTOS et al., 2004).
A peletização da ração proporciona aumento na digestibilidade dos nutrientes devido à ação mecânica existente pela temperatura do processo (LÓPEZ et al., 2007). Segundo Dozier III (2001), os processos térmicos também promovem alterações das estruturas terciárias naturais das proteínas, o que facilita sua posterior digestão.
As aves, seletivamente, buscam as partículas de ração com maiores diâmetros geométricos. Nir et al. (1990) sugeriram que a preferência das aves pelo tamanho da partícula pode ser devido ao tamanho do bico e não à composição química do alimento.
As avaliações a respeito do efeito da forma física do milheto no nível de energia e digestibilidade de nutrientes para frangos de corte ainda são escassas, assim como a influência do tamanho do grão sobre a digestibilidade, o que incentiva o estudo deste ingrediente. A redução do custo de produção pode ser obtida com otimização do grau de moagem dos ingredientes, a exemplo, o milho, que é o principal ingrediente energético, normalmente presente em 60 a 65% na composição das rações (DAHLKE et al., 2001).
Objetivou-se avaliar a digestibilidade dos nutrientes e energia em rações fareladas e peletizadas que continham milheto para pintos de corte nas fases pré-inicial e inicial.
 
MATERIAL E MÉTODOS
Foram conduzidos dois ensaios de metabolismo no Laboratório de Digestibilidade de Monogástricos do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), entre os meses de setembro e outubro de 2009. As dietas foram balanceadas formuladas com base em aminoácidos digestíveis.
As análises foram realizadas no Laboratório de Nutrição Animal (LNA) do Departamento de Zootecnia (DZ) da UFRPE e a energia bruta no LNA da Universidade Federal de Viçosa.
Foram realizadas inicialmente, as análises bromatológicas do milheto para  determinação dos teores de matéria seca (MS), proteína bruta (PB), extrato etéreo (EE), fibra bruta (FB) e fibra em detergente neutro (FDN), segundo metodologia descrita por Silva & Queiroz (2002). Nas rações, análises físicas para densidade aparente, expressa em g/L e de dureza de pelete foram realizadas. A granulometria foi feita para determinação do diâmetro geométrico médio das partículas das rações, bem como o desvio padrão geométrico, conforme a metodologia de Zanotto et al. (1996) com utilização do programa computacional Prosuavi produzido por Bernardi et al. (1999).
As aves foram pesadas com um dia de idade e selecionados 180 pintinhos machos, distribuídos em seis tratamentos, com cinco repetições e seis aves por parcela, o que totalizou 30 unidades experimentais. Utilizou-se delineamento experimental em blocos ao acaso, em esquema fatorial 3x2 com três dietas (dieta basal de milho e soja; ração com 20% de milheto grão e ração com 20% de milheto moído) e duas formas físicas (farelada e peletizada), com duas avaliações (fases pré-inicial e inicial) realizadas sobre a mesma unidade experimental no decorrer do experimento. Os blocos foram utilizados para controlar variações no peso inicial das aves.
Os parâmetros calculados foram os coeficientes de digestibilidade da matéria seca e proteína bruta, coeficiente de metabolizibilidade da energia, e a energia metabolizável aparente e energia metabolizável aparente corrigida para o balanço de nitrogênio nas fases pré-inicial (um a sete dias) e fase inicial (oito a 21 dias) de seis dietas nutricionalmente balanceadas, fareladas ou peletizadas, que continham ou não milheto (grão inteiro ou moído). As dietas para as duas fases experimentais foram formuladas com base em aminoácidos digestíveis segundo as exigências recomendadas nas tabelas de Rostagno et al. (2005) descritas na Tabela 1 e, as rações e água foram fornecidas a vontade.
A fase pré-inicial consistiu de quatro dias de adaptação às gaiolas e às dietas experimentais, e três dias de coleta total das excretas. Já na fase inicial, o período de coleta foi de quatro dias, realizada entre os 15 e 19 dias.
Em todas as rações foi utilizado um aglutinante comercial (alginato de sódio), independentemente da forma física. As rações foram elaboradas com os ingredientes moídos em moinho de martelo com malha de 2,00mm.
O processo de peletização em escala piloto foi realizado no Departamento de Zootecnia do Setor de Avicultura.
Utilizou-se para isso água aquecida a uma temperatura de 80 ºC, na proporção de 30% de água para 70% de ração farelada, na câmara de homogeneização. Posteriormente, este material homogeneizado foi peletizado, o qual passou pela câmara de compressão e por um disco com furos no diâmetro de 3,2mm (1/8 pol.). A ração peletizada era colocada em bandejas cobertas por jornal e levada à estufa de ventilação forçada (55º C) por um período de 16h.
Depois de completado o processo de peletização, as rações destinadas à fase pré-inicial foram trituradas em máquina desintegradora equipada com peneira de 2 mm, enquanto os peletes das rações da fase inicial foram desintegrados manualmente para possibilitar um diâmetro adequado para ingestão pelos animais. Os procedimentos experimentais adotados, as instalações utilizadas e as análises bromatológicas realizadas foram iguais para as duas fases do experimento.
 
Tabela 1. Composição percentual calculada das dietas experimentais nas fases pré-inicial (1 a 7 dias de idade) e inicial (8 a 21 dias)
 
No primeiro e no último dia de coleta total de excretas foi utilizado o marcador externo óxido férrico (Fe2O3) na concentração de 1% nas rações, e estas por sua vez foram pesadas e as sobras mensuradas para determinação do consumo.
Na coleta total de excretas foram utilizadas bandejas de metal cobertas por lona plástica. As excretas coletadas foram armazenadas em sacos plásticos com identificação, quantificadas e congeladas. Posteriormente foram descongeladas, homogeneizadas e retiradas alíquotas de cada repetição e, em seguida, colocadas em estufa de circulação forçada a 55 ºC por um período de 72 horas. Após a présecagem, as excretas foram moídas a 1mm e acondicionadas em recipiente de plástico para posteriores análises laboratoriais.
A determinação dos valores de MS, EB e percentual de nitrogênio das rações e excretas, foram feitas segundo as metodologias descritas por Silva & Queiroz (2002) e a análise estatística dos parâmetros avaliados foi realizada por meio do procedimento MIXED do SAS (SAS, 2000). As médias foram estimadas por quadrados mínimos e comparadas pelo teste Tukey-Kramer ao nível de 5% de significância.
 
RESULTADOS E DISCUSSÃO
A composição química e bromatológica do milheto apresentaram diferenças entre os experimentos. Tal comportamento já era esperado, uma vez que, fatores como a fertilidade do solo, clima, cultivar da planta, armazenamento, amostragem, tipos de processamento e princípios antinutricionais determinam uma grande variabilidade na composição nutricional e na qualidade dos ingredientes utilizados nas rações (BRUM et al., 2000).
O teor de proteína bruta (11,47%) foi semelhante aos encontrados por Pinheiro et al., (2003), Hidalgo et al. (2004) e Moreira et al. (2007), de 11,60; 11,70 e 11,14%, respectivamente, e inferior aos 13,41; 14,23 e 13,10 % descritos respectivamente por Rodrigues et al. (2001), Nagata et al. (2004) e Rostagno et al. (2005). Os valores de fibra bruta (4,98%), matéria mineral (1,59%) e extrato etéreo (4,05%) foram similares aos resultados obtidos por Rodrigues et al. (2001), de 4,64; 1,33 e 4,67%, para as variáveis acima.
Os valores determinados para a dureza dos peletes das dietas utilizadas na fase inicial foram de 87,0%, 86,0% e 86,4%, para ração com milheto grão, ração com milheto moído e ração-referência, respectivamente. Apesar da peletização utilizada no presente trabalho ter sidorealizada em escala piloto, os resultados obtidos não diferiram dos encontrados na literatura. Os peletes industriais de boa qualidade possuem dureza superior a 80%, em média.
Foi possível verificar que as rações peletizadas e trituradas na fase préinicial e peletizada na fase inicial apresentam maior densidade em comparação à farelada (Tabela 2), uma vez que o processo de peletização favorece a união de partículas, e ainda auxilia no manejo e transporte. As características físicas são de extrema importância, a utilização o diâmetros geométricos médio, como medida básica das rações e ingredientes é adotada como uma análise importantíssima.
Deste modo, o tamanho, forma e estrutura das partículas de uma dieta, ocasionará influência sobre a digestibilidade dos nutrientes, a  dispersibilidade dos nutrientes na massa da dieta, a densidade da mesma, a qualidade dos peletes, a fluidez dos ingredientes no sistema de mistura, o transporte, o fornecimento da dieta nos comedouros e a energia consumida na moagem (RIBEIRO et al., 2002). Estes autores destacam que do ponto de vista morfológico, a textura do alimento é decisiva sobre o comportamento alimentar das aves.
A peletização em escala piloto proporcionou maiores valores de diâmetros geométricos médio. Zanotto et al. (1996) recomendam que valores próximos a 1.000μm possibilitam conciliar economia de energia elétrica por melhorar o rendimento da moagem, sem alterar o valor energético de alguns ingredientes.
 
Tabela 2. Diâmetro geométrico médio (DGM) com desvio padrão geométrico médio (DPG) e densidade das dietas experimentais nas fases pré-inicial (1 a 7 dias de idade) e inicial (8 a 21 dias.
 
Houve efeito altamente significativo (P<0,05) entre as fases estudadas, conforme descrito na Tabela 3. O efeito da fase é um comportamento coerente, pois, o animal na primeira semana de vida, não tem a estrutura anatômica e fisiológica totalmente formada, e utiliza os nutrientes provenientes do saco vitelino. Sakomura et al. (2004) desenvolveram alguns estudos nos quais têm demonstrado a influência da idade da ave no processo de digestão e absorção.
López et al. (2007) ao avaliarem diferentes processamentos nas rações, verificaram que dietas peletizadas e fareladas não diferiram estatisticamente quanto à metabolizabilidade da energia bruta. As digestibilidade de PB determinadas (Tabela 4) foram distintas das relatadas por Bolton (1960).
Que por sua vez descreve que os valores da digestibilidade da proteína não diferiram com a evolução da idade do frango de corte, porém, estão de acordo quanto à forma física. De modo que o processo de peletização, não interfere, sendo estes valores quase constantes ao longo da fase de criação da ave.
A dieta ou forma física dos valores médios para os parâmetros não diferiram entre si (Tabela 4). O fator de variação fase apresentou diferença, mostrou-se elevado para a fase préinicial por ser reflexo de exigências nutricionais, maiores na fase pré-inicial do que em qualquer outra fase.
 
Tabela 3. Resumo da análise de variância apresentando os valores de probabilidade para coeficiente de digestibilidade de matéria seca (CDMS), coeficiente de digestibilidade de proteína bruta (CDPB), coeficiente de metabolizabilidade de energia bruta (CMAEB), energia metabolizável aparente (EMA) e energia metabolizável aparente corrigida para o balanço de nitrogênio (EMAn)

Tabela 4. Médias do coeficiente de digestibilidade de matéria seca (CDMS), do coeficiente de digestibilidade de proteína bruta (CDPB), do coeficiente de metabolizabilidade de energia bruta (CMAEB), da energia metabolizável aparente (EMA) e da energia metabolizável aparente corrigida para o balanço de nitrogênio (EMAn) expressos em base matéria seca.
 
Os desdobramentos das interações entre fase de criação e forma física da ração (Tabela 5) indicaram que durante a fase pré-inicial os valores para o CDMS foram maiores para a forma peletizada em relação à forma farelada. Resultados semelhantes foram relatados por Zelenka (2003), que também obteve melhores coeficientes de digestibilidade de MS para as dietas peletizadas em relação às dietas fareladas, porém, o comportamento encontrado foi contrário, o que pode ser justificado pelo fato das aves consumirem peletes produzidos em escala piloto e não moídos, o que pode ter afetado o aproveitamento dos nutrientes.
 
Tabela 5. Interação entre fase e forma física para os coeficiente de digestibilidade de matéria seca (CDMS), do coeficiente de digestibilidade de proteína bruta (CDPB), do coeficiente de metabolizabilidade de energia bruta (CMAEB), da energia metabolizável aparente (EMA) e da energia metabolizável aparente corrigida para o balanço de nitrogênio (EMAn) expressos na base matéria seca
 
Conclui-se que a utilização do milheto não alterou o aproveitamento das rações peletizadas e fareladas sobre a digestibilidade dos nutrientes para frangos de corte nas fases pré-inicial e inicial.
 
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Data de recebimento: 11/06/2010
Data de aprovação: 17/01/2011
Esse artigo técnico foi originalmente publicado na Revista Brasileira de Saúde e Produção Animal.
 
Autor/s.
Possui graduação em zootecnia pela Universidade Federal Rural de Pernambuco -UFRPE-(1990), mestrado em Zootecnia pela Universidade Federal de Pelotas -UFP-(1993) e doutorado em Zootecnia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul -UFRGS- (1999). Atualmente é professor adjunto da UFRPE e bolsista produtividade do CNPq. Tem experiência na área de Zootecnia, com ênfase em Avaliação de Alimentos para Animais, aditivos e exigência nutricional, atuando principalmente nos seguintes temas: alimentos alternativos, aves, suínos, peixes, desempenho e digestibilidade.
 
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