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XXII Congresso Latino-Americano de Avicultura 2011
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XXII Congresso Latino-Americano de Avicultura 2011

Alojamento suplementos pós eclosão

Avaliação do tempo para alojamento e do fornecimento de suplementos pós eclosão para frangos de corte

Publicado: 01/09/2011
Autor/s. : CC da Silva1*, GA Gomes1, LF Araújo1, Luis Carlos Garibaldi Simon Barbosa 2, CS da Silva Araujo2, N de Barros Petroli1 1Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos – USP, Pirassununga/SP – Brasil 2Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia – USP, Pira
Sumário

Com o objetivo de se avaliar os efeitos do fornecimento de diferentes suplementos pós-eclosão (SPO), no desempenho, e em parâmetros de carcaça de frangos de corte utilizou-se mil duzentos e oitenta aves, machos, da linhagem comercial Cobb-500, distribuídas em delineamento inteiramente casualizado em esquema fatorial 2x2x2 (2 pesos de pintainhos à eclosão: 44 e 49 gramas; 2 suplementos pós-eclosão: 1 suplemento com 8% PB e 16% carboidratos – 8/16 – e 1 suplemento com 10% PB e 20% de carboidrato – 10/20 – ; 2 períodos de fornecimento do suplemento: 24 e 48 horas antes do alojamento), totalizando 8 tratamentos com 4 repetições de 40 aves cada. O experimento teve a duração de 42 dias, sendo que as aves foram submetidas a programas alimentares que compreenderam quatro fases (pré-inicial; inicial; engorda; final), sendo as dietas formuladas a base de milho e farelo de soja. Os dados obtidos foram analisados com auxílio do procedimento GLM do software estatístico SAS, e as médias comparadas pelo teste de Tukey ao nível de 5% de probabilidade. Não foram observadas diferenças significativas tanto no desempenho quanto nas características de carcaça destes animais.
Palavras Chave: Desempenho, Dieta pré-inicial, Peso do pintainho, Rendimento de carcaça, Suplementos pós-eclosão.

Introdução
Para que haja o bom desenvolvimento, e a expressão de todo potencial genético de frangos de corte, é de suma importância que os mesmos sejam alojados precocemente, de maneira que não haja nenhum impacto negativo na qualidade do pintainho de um dia. De acordo com Uni & Ferket (2004), a má qualidade de pintainhos de 1 dia pode chegar a onerar a indústria avícola em cerca de 200 milhões de dólares anuais. Sabe-se que o intervalo entre a eclosão e o alojamento das aves pode influenciar o desempenho zootécnico das aves. Contudo, pintainhos de um dia permanecem sem alimentação por um período que pode chegar até 72h após a eclosão.
O longo período para o alojamento pode, ainda, afetar de maneira mais intensa e negativa, caso os pintainhos sejam oriundos de ovos mais leves e/ou de matrizes mais novas. Aves leves estão mais propensas a apresentarem problemas na primeira semana após o alojamento, caso sejam expostas a períodos de jejum elevados, devido ao fato de apresentarem uma menor quantidade de reservas corporais (reservas do saco vitelino) quando comparadas a pintainhos mais pesados ao alojamento.
Uma das alternativas adotadas na tentativa de se diminuir o impacto negativo causado pelo jejum pós-eclosão é a administração de suplementos pós-eclosão, ou mesmo o fornecimento de solução de eletrólitos às aves no período pré e pós-alojamento. Desta maneira, o objetivo do presente experimento foi o de avaliar os efeitos do tempo para alojamento e do fornecimento de suplementos pós-eclosão para pintos de corte com diferentes pesos à eclosão, sobre o desempenho produtivo e rendimento de carcaça de frangos de corte até os 42 dias de idade.
Material & Métodos
Foram utilizados 1280 pintainhos de corte machos, da linhagem comercial Cobb®, provenientes do mesmo lote de matrizes pesadas (48 semanas de idade). As aves foram alojadas no aviário experimental da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia - USP, campus de Pirassununga /SP, e distribuídas em delineamento inteiramente casualizado em esquema fatorial 2x2x2 (2 pesos de pintainhos ao nascimento: 44 e 49 gramas; 2 suplementos pós-eclosão: 1 suplemento com 8% PB e 16% carboidratos e 1 suplemento com 10% PB e 20% de carboidrato; 2 períodos de fornecimento do suplemento: 24 e 48 horas antes do alojamento), totalizando 8 tratamentos com 4 repetições de 40 aves cada. As aves foram criadas durante um período que abrangeu 42 dias, recebendo água e alimentação à vontade. Para dados de desempenho foram realizadas pesagens nos dias 1, 7, 21, e 42 dias de idade das aves, e mediu-se peso, consumo alimentar, ganho de peso e conversão alimentar. Para avaliação da carcaça três aves de cada repetição foram abatidas e mensurou-se o peso de vísceras comestíveis, gordura abdominal, peso do peito com osso (sem pele), asas e dorso. Os suplementos pós-eclosão foram formulados de maneira a conter as quantidades de proteína bruta e de carboidratos pré-determinadas. Forneceu-se 10 g de suplemento/ave/dia, divididos em dois arraçoamentos diários. As dietas experimentais foram formuladas a base de milho e farelo de soja, atendendo aos níveis estabelecidos por Rostagno et al. (2005). Todos os dados obtidos foram analisados com auxílio do procedimento GLM do software estatístico SAS (2003), e as médias comparadas pelo teste de Tukey ao nível de 5 % de probabilidade
Resultados & Discussão
A perda de peso aumentou à medida que às aves foram submetidas a maiores intervalos entre a eclosão e o alojamento, independentemente do peso das aves à eclosão, e dos suplementos oferecidos. Não foram observadas diferenças significativas para perda de peso absoluto ou relativo de pintainhos alimentados com diferentes suplementos pós-eclosão (p>0,05). Entretanto, houveram diferenças significativas, tanto na perda de peso absoluto, quanto na perda de peso relativo, de pintainhos de diferentes pesos à eclosão, e que tiveram acesso ao suplemento pós-eclosão por um período de 24 horas (p<0,05) (Tabela 1).
Tabela 1. Perda de peso absoluto ou relativo de pintainhos alimentados com diferentes suplementos pós-eclosão
Tratamentos
Perda de Peso 24h
Perda de Peso 48h
Absoluto (g)
Relativo (%)
Absoluto (g)
Relativo (%)
Peso Leve
0,4 ± 0,5b
1,0 ± 1,2b
1,6 ± 0,4
3,6 ± 0,9
Peso Pesado
1,2 ± 0,6a
2,4 ± 1,2a
1,9 ± 0,9
4,0 ± 1,8
Suplemento 8/16
0,9 ± 0,7
1,8 ± 1,4
1,8 ± 0,6
3,8 ± 1,2
Suplemento 10/20
0,8 ± 0,7
1,6 ± 1,4
 1,8 ± 0,8
3,8 ± 1,6
Interação Peso vs Suplemento
NS
NS
NS
NS
Médias (± desvio padrão) sobrescritas com letras distintas na coluna, e para a mesma variável, diferem pelo teste de Tukey (p<0,05); NS - não significativo.
A perda de peso, tanto absoluta quanto relativa, pode ser traduzida como queda na qualidade das aves, e resultante da desidratação sofrida pelas mesmas (Casteel et al., 1994) e da eliminação do mecônio (Baião et al., 1992).
Pintainhos mais pesados ao alojamento apresentaram um peso vivo superior, que perdurou até os 21 dias de idade (p<0,05). Os resultados aqui expostos estão de acordo com aqueles relatados por Stringhini et al. (2003).O período de fornecimento dos suplementos pós-eclosão afetou significativamente o peso vivo dos animais até os 21 dias de idade (p<0,05), sendo que pintainhos que receberam a dieta por um período de 48h apresentaram peso vivo superior às aves que receberam o suplemento por 24h. De acordo com Noy & Sklan (1998), a nutrição precoce fornece subsídios para o crescimento inicial das aves, tornando-as assim mais "velhas" nutricionalmente. Diversos autores citam ainda, que a nutrição precoce causa efeitos benéficos na maturação do sistema digestivo (Baranyiova & Holman, 1976; Maiorka et al., 2003) e enzimático das aves (Sklan & Noy, 2000). Pintainhos que receberam o suplemento pós-eclosão 8/16 apresentaram peso superior ao alojamento, quando comparados às aves que receberam o suplemento 10/20 (p<0,05). Contudo, tal fato não foi constatado em idades mais avançadas, demonstrando não haver diferença significativa, para o peso vivo dos animais, entre os suplementos pós-eclosão administrados.
Tabela 2. Efeito do peso à eclosão, e do fornecimento de diferentes suplementos pós-eclosão por um período de 24 ou 48h, sobre o peso vivo (g), consumo de ração (g) de frangos de corte no período de 1-7,1-21 e 1-42 dias de idade
 
Peso (g)
Consumo de Ração (g)
Tratamento
1-7
1-21
1-42
1-7
1-21
1-42
Peso Leve
43 ± 1b
1067 ± 18b
2988 ± 91
176 ± 4b
1394 ± 25
4945 ± 115
Peso Pesado
47 ± 1a
1086 ± 24a
2990 ± 115
180 ± 5a
1411 ± 29
4932 ± 135
Supl.8/16
45 ± 2a
1075 ± 23
2976 ± 120
177 ± 4
1401 ± 22
4926 ± 144
Supl. 10/20
45 ± 3b
1077 ± 24
3003 ± 82
179 ± 5
1404 ± 34
4950 ± 102
24h
46 ± 3a
1065 ± 17b
2953 ± 102
175 ± 4b
1392 ± 19b
4913 ± 140
48h
45 ± 2b
1087 ± 23a
3026 ± 91a
181 ± 4a
1413 ± 32a
4964 ± 103
Médias (± desvio padrão) sobrescritas com letras distintas na coluna, e para a mesma variável, diferem pelo teste de Tukey (p<0,05); NS - não significativo.
Tabela 3. Efeito do peso à eclosão, e do fornecimento de diferentes suplementos pós-eclosão por um período de 24 ou 48h, sobre o ganho de peso (g) e conversão alimentar (g/g) de frangos de corte no período de 1-7,1-21 e 1-42 dias de idade
 
Ganho de Peso (g/g)
Conversão Alimentar
Tratamento
1-7
1-21
1-42
1
21
42
Peso Leve
163 ± 5
1023 ± 18b
2944 ± 91
1,09 ± 0,03
1,36 ± 0,02
1,68 ± 0,03
Peso Pesado
164 ± 7
1038 ± 25a
2943 ± 115
1,10 ± 0,03
1,36 ± 0,01
1,68 ± 0,04
Supl. 8/16
163 ± 6
1029 ± 22
2930 ± 120
1,09 ± 0,03
1,36 ± 0,02
1,68 ± 0,03
Supl. 10/20
164 ± 5
1032 ± 23
2958 ± 82
1,09 ± 0,03
1,36 ± 0,02
1,67 ± 0,04
24h
159 ± 3b
1019 ± 17b
2907 ± 103b
1,10 ± 0,03
1,37 ± 0,02
1,69 ± 0,03
48h
167 ± 5a
1043 ± 22a
2981 ± 90a
1,08 ± 0,03
1,36 ± 0,02
1,67 ± 0,04
Médias (± desvio padrão) sobrescritas com letras distintas na coluna, e para a mesma variável, diferem pelo teste de Tukey (p<0,05); NS - não significativo.
Aves mais pesadas à eclosão apresentaram um maior consumo de ração no período de 1 a 7 dias de idade (p<0,05), contudo, tal efeito foi temporário, já que não se observaram diferenças significativas em idades mais avançadas, corroborando os resultados observados por Stringhini et al. (2003) e Pedroso et al. (2006). Observou-se efeito significativo do período de fornecimento dos suplementos pós-eclosão no consumo de ração até os 21 dias de idade.
Pintainhos mais pesados à eclosão apresentaram ganho de peso superior apenas no período que abrangeu as primeiras três semanas de vida, tendo este efeito dissipado após este período. Por sua vez, as aves que receberam os suplementos por um período de 48h apresentaram um maior ganho de peso (p<0,05), que perdurou durante as primeiras três semanas de vida. Tal observação pode ter sido causada pelo efeito positivo dos suplementos na maturação do trato gastrintestinal. De acordo com Batal & Parsons, 2002 o desenvolvimento do trato gastrintestinal podem ser causados pelo oferecimento dos suplementos pós-eclosão, acarretando um aumento na capacidade digestiva e absortiva. Não foram observadas diferenças significativas sobre o ganho de peso, quando utilizados diferentes suplementos pós-eclosão.
Em estudo conduzido por Pedroso et al. (2005), os autores constataram uma melhor conversão alimentar aos 21 dias de idade, em frangos de corte que foram privados de alimentação nas primeiras 48 horas de vida, quando comparados a aves que tiveram acesso imediato à alimentação após a eclosão.
Rendimento de carcaça e cortes
Para Rendimento de carcaça e cortes, observou-se apenas uma diferença sutil na quantidade de gordura abdominal das aves que receberam os diferentes suplementos pós-eclosão, pois as aves que receberam o suplemento 10/20 apresentaram um maior acúmulo de gordura abdominal, quando comparadas às aves que receberam o suplemento 8/16 (p<0,05) (Tabela 4). Não houve interação entre peso e suplemento, peso x tempo, suplemento x tempo, e de peso x suplemento x tempo para rendimento de carcaça. A administração do suplemento 10/20 nas caixas de transporte, por um período de 24h, aumentou em cerca de 7 % o peso do filé de peito de frangos de corte aos 42 dias de idade, corroborando os resultados relatados por Noy e Sklan (1999), e Halevy et al. (2001). O resultado apresentado pode ser justificado por vários fatores, dentre eles a tendência de maior atividade mitótica das células satélites apresentado pelas aves que receberam o suplemento 10/20, ou ainda pelo melhor desenvolvimento do trato gastrintestinal destas aves, acarretando em uma maior absorção de nutrientes, sendo destinada à formação de órgãos, e desenvolvimento muscular.
Tabela 4. Efeito do peso à eclosão, e do fornecimento de diferentes suplementos pós-eclosão por um período de 24 ou 48h, sobre o rendimento de carcaça, cortes, vísceras comestíveis e gordura abdominal de frangos de corte aos 42 dias de idade1
Tratamentos
Coração
Moela
Fígado
Gordura
Carcaça
Asas
Filé
Dorso
Peso Leve
0,5±0,1
1,3±0,2
1,7±0,2
1,2±0,3
71,1±1,4
11,6±0,6
30,6±1,5
19,9±1,0
Peso Pesado
0,5±0,
1,3±0,
1,8±0,2
1,3±0,3
70,7±1,6
11,5±0,7
30,9±1,4
19,8±0,9
Suplemento 10/20
0,5±0,
1,3±0,1
1,7±0,2
1,3±0,3a
71,1±1,4
11,6±0,7
30,9±1,4
19,8±0,9
Suplemento 8/16
0,5±0,1
1,3±0,2
1,8±0,2
1,2±0,3b
70,8±1,6
11,5±0,5
30,7±1,5
20,0±1,0
Tempo 48h
0,5±0,1
1,3±0,1
1,7±0,2
1,2±0,4
70,9±1,7
11,5±0,7
30,9±1,4
19,9±1,0
Tempo 24h
0,5±0,1
1,3±0,2
1,8±0,2
1,2±0,3
71,0±1,3
11,6±0,5
30,7±1,5
19,9±0,9
1Peso relativo de coração, moela, fígado, gordura abdominal e da carcaça eviscerada em relação ao peso vivo, e percentual de asas, peito e dorso em relação à carcaça eviscerada; Médias (± desvio padrão) sobrescritas com letras distintas na coluna, e para a mesma variável, diferem pelo teste de Tukey (p<0,05);
Conclusões
O peso das aves à eclosão afetou de maneira significativa o desempenho de frangos de corte até os 21 dias de idade, não sendo observado nenhum efeito após este período. Ambos os suplementos pós-eclosão foram eficazes em minimizar a perda de peso no período pré-alojamento, entretanto, o suplemento pós-eclosão 10/20 foi mais eficaz em promover um melhor e um maior rendimento de filé de peito de frangos de corte abatidos aos 42 dias de idade.
Bibliografia
Baião NC, Diniz RO, Gomes SC. 1992. Jejum entre o nascimento e o alojamento de pintos de corte. In: Conferência Apinco De Ciência E Tecnologia Avícolas. Anais... Campinas: FACTA, p.223.
Baranyiova E & Holman J. 1976. Morphological changes in the intestinal wall in fed and fasted chickens in the first week after hatching. Acta Veterinaria Brno. 45:151-158.
Batal AB & Parsons CM. 2002. Effect of fasting versus feeding oasis after hatching on nutrient utilization in chicks. Poultry Science 81:853-859.
Casteel ET, Wilson JL, Buhr RJ. 1994. The influence of extended posthatch holding time and placement density on broiler performance. Poultry Science 73:1679-1684.
Halevy O, Krispin A, Leshem Y, McMurtry JP, Yahav S. 2001. Early-age heat exposure affects skeletal muscle satellite cell proliferation and differentiation in chicks. American Journal of Physiology. Regulatory, Integrative and Comparative Physiology 281:R302-R309.
Maiorka A, Santin E, Dahlke F, Boleli IC, Furlan RL, Macari M. 2003. Posthatching water and feed deprivation affect the gastrointestinal tract and intestinal mucosa development of broiler chicks. Journal of Applied Poultry Research 12:483-492.
Noy Y & Sklan D. 1998. Metabolic responses to early nutrition. Journal Applied Poultry Research 7:437-451.
Noy Y & Sklan D. 1999. Energy utilization in newly hatched chicks. Poultry Science 78:1750-1756.
Pedroso AA, Stringhini JH, Mogyca Leandro NS, Barcellos Café M, Barbosa CE, Gontijo de Lima F. 2005. Suplementos utilizados como hidratantes nas fases préalojamento e pós-alojamento para pintos recém eclodidos. Pesquisa Agropecuária Brasileira 40:627-632.
Pedroso AA, Barbosa CE, Stringhini JH, Barcellos Café M, Mogyca Leandro NS, Teixeira Barbosa V. 2006. Intervalo entre a retirada do nascedouro e o alojamento de pintos de diferentes pesos oriundos de matrizes jovens. Ciência Animal Brasileira 7:249-256.
Rostagno HS et al. 2005. Tabelas Brasileiras para Aves e Suínos: composição de alimentos e exigências nutricionais. Editora UFV. Viçosa, MG. 141 p.
SAS Institute. 2003. SAS, System for Microsoft Windows version 8.2. Cary, Statistical Analysis Systems.
Sklan D & Noy Y. 2000. Hydrolysis and absorption in the small intestines of posthatch chicks. Poultry Science 79:1306-1310.
Stringhini JH, di Resende A, Barcellos Café M, Mogyca Leandro NS, Andrade MA. 2003. Efeito do peso inicial dos pintos e do período da dieta préinicial sobre o desempenho de frangos de corte. Revista Brasileira de Zootecnia 32:353-360.
Uni Z & Ferket PR. 2004. Methods for early nutrition and their potential. World's Poultry Science Journal 60:1001-111.
 
 
 
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