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Peste Suína Africana – Biossegurança e fatores patogênicos nos ingredientes da ração

Data de publicação : 25/01/2019
Empresa : ZHENG CHANG
Fonte : Zheng Chang

Foi em agosto de 2018 que foi reportado o primeiro caso de peste suína na Ásia, e desde então o vírus tem sido reportado em outros locais na Europa e na África. Várias produções na China, doméstica e comercial tem sido afetadas, tendo sua última incidência localizada em Nanping que exigiu o abate de 5.776 suínos.

Mas, o que é Febre Suína Africana?

É uma doença infecciosa aguda e hemorrágica, causada pelo vírus da peste suína africana. Altamente infecciosa, com alta taxa de morbidade e mortalidade.

Muitas áreas epidêmicas na China tiveram que sacrificar dezenas de milhares de porcos, causando grandes perdas e pânico na indústria de suínos no país, tanto na produção doméstica, como em grandes produções.

Na China, mesmo tendo sido proibido o uso de resíduos de alimentos e de sangue de porcos na como ingredientes da ração suína, os casos explodiram em setembro.  Nenhum caso foi reportado nas Américas e Oceania, demandando que países nesses continentes tomem medidas para evitar que material contaminado pela peste suína africana entre pelas fronteiras.

No Brasil, houve apenas a ocorrência de Peste Suína Clássica no município de Forquilha (CE), em uma propriedade de criação de subsistência. Embora essa criação não tenha vínculos com o comércio de produtos da carne suína, a investigação epidemiológica extendeu-se para as propriedades situadas no raio de 10 km em torno do foco.

Alguns indícios no animal que contraiu a PSA:

  • Temperatura entre – 40,5 a 42 graus;
  • Pele roxa com pontos vermelhos;
  • Vômito;
  • Presença de sangue nas fezes .*Levando a morte do suíno.


Diferença entre a peste suína clássica da peste suína africana

 Texto extraído da Embrapa

Ambas são doenças virais graves que infectam o suíno, causando grandes perdas econômicas. Todavia, as doenças são causadas por vírus diferentes. A PSC é causada por um vírus da família Flaviviridae, gênero Pestivirus, de genoma RNA. Já a PSA é causada por um vírus DNA, família Asfarviridae, gênero Asfivirus. As duas doenças são semelhantes clinicamente, sendo necessário realizar diagnóstico laboratorial diferencial. O Brasil tem um programa nacional para controle da PSC e atualmente grande parte do território é reconhecido internacionalmente como livre de PSC. A PSA já ocorreu no Brasil no final da década de 1970, foi erradicada e atualmente a doença é considerada exótica no país. Tanto o vírus da PSC como o da PSA não causam doença em humanos.

Nos últimos meses, a notícia da contaminação de vírus da peste suína africana detectada em uma amostra de ração se tornou cada vez mais popular, o que soou um alarme para as principais empresas de alimentos para animais.

A ração, como fonte de nutrientes para o crescimento animal, está fortemente relacionada a casos de peste suína africana. Dr. Scott, um especialista em rações de renome internacional, apontou que o vírus também pode ser transportado em matérias-primas, e pode sobreviver por um longo tempo em condições convencionais. Pode sobreviver em farelo de soja por mais de 30 dias.

As informações da pesquisa nos fazem inferir que é mais que crucial e urgente tomar medidas para evitar a peste suína africana deste a fonte, valendo-se dos preceitos da segurança alimentar e fazendo o controle de qualidade.

 

Como inibir o vírus da peste suína africana na ração animal?

Antes de qualquer coisa é conhecer a origem dos ingredientes, o controle de armazenagem e se evitar componentes orgânicos não aprovados com suspeita de contaminação.

O Dr. Congyan Luo, especialista em rações, apontou que o vírus poderá ser exterminado usando-se da tecnologia de maturação de ração.  Alimentos bem maturados podem provar os resultados da pesquisa do Dr. Scott: quando a temperatura do produto atinge 55 ? por 30 minutos ou 60 ? por 10 minutos ou temperatura mais alta por um tempo mais curto, ele pode matar o vírus suíno africano carregado nas matérias-primas.

Plano 1:

Com base no sistema de lotes original, adicione uma nova seção de maturação. Sendo usados a temperatura e o tempo adequados, isso seria uma forma de aumentar a qualidade da ração, ao mesmo tempo torna inativo o vírus que possa haver nos ingredientes.

Ainda assim, é imperiosa a questão da biossegurança e controle de qualidade anterior e ao longo do processo nunca deve ser descartada. O processamento da ração deve ter controles bastante precisos, do início ao fim.

Plano 2:

Adicione um sistema de lotes secundário para aumentar a seção de maturação. Pode assegurar a capacidade de produção e produzir alimentos amadurecidos sem a contaminação por vírus, melhora o teor nutricional do alimento, impactando positivamente no crescimento dos suínos.

A construção e modernização da linha de produção de processo de maturação pode conferir:

  • Assegurar um controle sobre a qualidade final da ração, assim como reduzir ou inativar a contaminação do produto.
  • Eliminar os fatores anti – nutricionais nas matérias – primas, reduzir a enzima urease no farelo de soja e sem diarreia, aumentar a taxa de sobrevivência.
  • Temperatura média (90 ~ 130 ?) + processo de granulação a baixa temperatura mantém ativo o material funcional nos componentes da ração, melhora a digestibilidade, absorve o valor da fórmula. Além de deixar o alimento com sabor mais agradável ao suíno – a ração fica mais doce, crocante e nutritiva.  Sem excesso de calor na ração e o porco cresce rapidamente depois de comê-la.
  • Com a melhora substancial da ração, o consumo por parte dos leitões é intensificado, a quantidade total de alimentação atinge 525-700g.
  • Normalmente, o leitão pode aumentar seu peso em 1kg e o porco pode aumentar 10kg.

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ZhengChang é especializada na construção de linhas de produção profissionais e estáveis para indústrias de ração para suínos. Tem diversas patentes de tecnologias, dentre elas voltada para esse segmento.

Os equipamentos desenvolvidos pela ZhengChang processam o material da ração seguindo a risca os critérios de segurança e qualidade, para que a fonte nutricional seja saudável e os resultados da criação animal atinja elevado patamar de produtividade.

 
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