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Alexandre Barbosa apresenta Signis: novo produto da AB Vista

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6 de Novembro de 2019
Dr Alexandre , sou totalmente de acordo que sem um microbiotasaudavel , não ha como se otimizar o desempenho dos monogástricos. Resumindo, seu produto consiste de dois componentes , oligossacarídeo com efeito de prebiotico , que poderia favorecer o microbioma do animal e a enzima xilanase para desdobrar o material fibroso da ração , especificamente o polissacarídeo, que teria efeito negativo sobre o microbioma, em oligossacarídeos que teria ação positiva. No entanto, considerando as rações formuladas a base de milho mais farelo de soja , não seria mais eficiente se fosse adicionado a enzima mananase e ou galactomanase ao invés da xilanase? A razão dessa troca estaria fundamentada nas características dos polissacarídeos , principalmente da soja,.que pelo me consta a xilanase seria bem menos eficiente que as enzimas sugeridas..
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Alexandre Barbosa De Brito Alexandre Barbosa De Brito
Doutor em Ciência Animal
AB Vista AB Vista
Florida, Estados Unidos
7 de Novembro de 2019
Juarez Donzele Estimado Juarez, uma vez mais agradeço fazer parte desta área de discussões. Suas participações são realmente muito ilustrativas. Concordo contigo que a fração de arabinoxilanos (AX) é praticamente a mesma de galacto-mananos no farelo de soja, mas para o milho a proporção é de 8:1. Desta forma sugiro expandirmos esta discussão para outros ingredientes que não seja apenas a f. soja. Enzimas são substrato dependentes, e isso deve ser a consideração número 1 na escolha de um aditivo. Os AX podem representar até 80% do volume do conteúdo de polissacáridos não-celulósicos de uma de aves e suínos. Para o milho por exemplo, concordamos que a porção de energia proveniente de polissacarídeos não amiláceos (PNA) é realmente mínima, mas apesar do pequeno rendimento energético destes PNA, a concentração de xilose, um monossacarídeo que representa cerca de 3% deste grão, pode explicar cerca de 70% da variação no conteúdo de energia entre diversos coprodutos de milho, como demonstrado no trabalho publicado Petry et al. (2019) - (https://academic.oup.com/jas/article/97/10/4293/5549655) . Trabalhar nestas frações é uma forma de melhorar a uniformidade da dieta como um todo!
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7 de Novembro de 2019
Brilhante e elucidativa a exposição do Alexandre e, não menos brilhante as considerações do Juarez. Estão de parabéns.
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Alexandre Barbosa De Brito Alexandre Barbosa De Brito
Doutor em Ciência Animal
AB Vista AB Vista
Florida, Estados Unidos
7 de Novembro de 2019
otto mack junqueira Obrigado Professor Otto, sempre um privilégio!
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7 de Novembro de 2019
Meu caro amigo Otto, foi com prazer que recebi suas considerações. Forte abraço.
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7 de Novembro de 2019
Dr Alexandre , concordo plenamente com suas considerações , principalmente quanto o caráter substrato dependente da eficiência da ação das enzimas. No nosso caso , fiz ponderações exclusivas para as rações a base de milho e farelo de soja ,que é a mais utilizada no Brasil.Seus relatos são esclarecedores , como bem definiu nosso amigo Dr Otto Marques Junqueira.. Parabenizo-o pelo artigo.
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8 de Junho de 2020
vai retirar la na iaga ou nao tem quev mandar a nota
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Carlos Augusto Borges Carlos Augusto Borges
Nutricionista
24 de Agosto de 2020
Prezado Dr. Alexandre,

Eu como consultor de Produção e Nutrição de Aves e Suínos há mais de 16 anos e já tendo trabalhado com duas empresas produtoras de enzimas me preocupo bastante com outros tipos de aditivos que são incorporados na ração que possam ter efeitos sinérgicos, mas principalmente com outros que apresentam efeitos antagônicos, pois sabemos que quando falamos em enzimas (proteínas globulares) precisamos de um ambiente favoráveis de temperatura e pH para sua máxima eficiência.

Já colaborando com o meu grande amigo prof. Juarez, afirmo que com a proibição do uso de APC nas dietas estamos usando bastantes aditivos (ácidos orgânicos, óleos essenciais entre outros) que tem como função a modulação da microflora intestinal através na inibição de bactérias patogênicas e que em algumas vezes podem baixar o pH de alguns segmentos do trato gastrointestinal gerando, talvez um ambiente nem tanto favorável para atuação plena de xilanases. Tens experiencia ou artigos que abordem este assunto?

Quanto a discussão sobre substrato e enzima evidentemente que em dietas, principalmente de suínos onde usamos alimentos alternativos, ricos em fibras, as respostas serão mais significativas. No entanto as maiorias das xilanases existentes no mercado tb apresentação concentrações de outras carboidrases como glucanases, celulases etc.
Responder
25 de Agosto de 2020
Carlos Augusto Borges , parabenizo-o pelas considerações pertinentes e oportunas sobre o assunto. E expõe de maneira clara, que interações de aditivos e composição das dietas podem interferir nas respostas dos animais. È com prazer que participo de um mesmo fórum de discussões de ideias, da produção animal ,com você.. Abraços
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