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¨Estratégia Nutricional para Redução dos Custos de Rações¨

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30 de Julho de 2020
Sou, leigo neste assunto, mais acredito que quanto mais ferramentas melhor, e não menos importante e focar na qualidade dos ingredientes utilizados.Deveria ser uma regra para fabricas de ração.Todos tem que ter um laboratório para analises rápidas para a segurar uma qualidade desejada.Ao longo do tempo que trabalhava nesta área, houvi de varias pessoas que " a fabrica de ração era o coração da integração" Ao passar do tempo verifiquei que é sem duvida nenhuma uma verdade.
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Adriana Berti Toscan Adriana Berti Toscan
Coordenadora Técnica
Adisseo Adisseo
São Paulo, Sao Paulo, Brasil
6 de Agosto de 2020
Paulo, de pleno acordo.
Conhecer não só a composição dos ingredientes, mas sim o valor nutricional dos mesmos, é fundamental para quem busca fazer uma formulação de precisão.
E isto serve também para enzimas.
Responder
1 de Março de 2021
Boa tarde Adriana você não deixou o contato comercial para que possamos ligar ou solicitar por e-mail um orçamento.
meu e-mail: paulo.cesar@datapoint.inf.br
Att,
Paulo César
Responder
Adriana Berti Toscan Adriana Berti Toscan
Coordenadora Técnica
Adisseo Adisseo
São Paulo, Sao Paulo, Brasil
1 de Março de 2021
Boa noite Paulo César,

Para contato comercial, falar com Fabiano, no email :fabiano.favarin@adisseo.com

Atenciosamente,

Adriana Toscan
Responder
13 de Setembro de 2020
O conhecimento sobre as exigências nutricionais dos animais (estamos falando de suínos, mas sem prejuízo que seja para outras espécies), da forma mais exata possível, para as diferentes categorias (varrões, marrãs em preparo para a reprodução, porcas de segundo ciclo reprodutivo em diante, das porcas nos diferentes (três fases) momentos da gestação, em lactação; dos leitões nas diferentes idades ou fases,permite que se formulem dietas mais precisas em seus vários nutrientes também da forma mais próximas do conteúdo destes para atender àquelas exigências com as rações sendo de menor custo possível.
Responder
Adriana Berti Toscan Adriana Berti Toscan
Coordenadora Técnica
Adisseo Adisseo
São Paulo, Sao Paulo, Brasil
8 de Novembro de 2020
Prezado Assis Vieira,

Obrigada por seu comentário complementar.
Com certeza a nutrição de precisão passa por esse desafio que é conhecer o requerimento animal em suas diferentes fases e condições de criação.
E conhecer bem os ingredientes e o uso de enzimas auxiliam para atingir esses requerimentos.

Responder
5 de Maio de 2021
Assis Vieira, Boa noite.
Fiz um estudo na condição térmica para frangos de 40 dias usando cartas de controle. Esse trabalho pode ser adapt6para porcos e outros animais.
Responder
10 de Novembro de 2020
Adriana Berti Toscan, vejo logica na sua proposta de se avaliar estratégia nutricional visando redução do custo das rações, uma vez que sem duvida é o principal fator que impacta o custo




Adriana. Não fazendo restrição ao uso de enzimas , no caso carbroidases, penso que há uma estratégia para redução do custo de produção dos suínos que antecede essa opção. Estou me referindo a alternativa que explora a capacidade de ganho compensatório desses animais . Resultados que obtivemos de forma consistentes em um programa de pesquisa que nossa equipe conduziu com suínos, machos castrados , imunocastrados e fêmeas, abatidos com peso acima de 100 Kg ,revelaram que é plenamente viável produzir esses animais utilizando rações com menores níveis de lisina digestível (LD) dos preconizados nas diferentes tabelas., sem prejuízo no desempenho e quantidade de carne na carcaça. Esta estratégia é viável somente para animais abatidos acima de 100 Kg. A logica desses resultados pode ser explicado pela capacidade de ganho compensatório desses animais.. Como a deposição de carne na carcaça atinge o valor máximo aproximadamente aos 70 Kg , variando um pouco para mais ou para menos conforme a genética dos animais. Assim a logica dos estudos se fundamentou na hipótese que se o animal é abatido com mais de 100 Kg haveria tempo suficiente para recuperação de desempenho e da carne na carcaça, quando considerado o período total de experimento dos 63 aos 155 dias de idade. Em todos os trabalhos conduzidos , sem exceção, foi constado que embora os animais com as rações com menores níveis de LD apresentavam pior desempenho e deposição de carne , quando a avaliação era feita no final do período de crescimento dos 63 aos 95 dias e no período 1 da terminação dos 96 aos 125 dias, no entanto quando se avaliou o período total dos 63 aos 155 dias, foi observado que todos animais apresentaram desempenho similares sem prejuízo na quantidade de carne na carcaça. A logica esta no ganho compensatório de peso e de deposição de carne que é uma característica desses animais que pode ser explorado para redução do custo das rações e consequentemente de produção. É logico considerar que essa pratica não invalida a utilização de enzimas nas rações, muito pelo contrario. Lembrar que produzir suínos com menor aporte de LD também tem a vantagem de reduzir a carga poluente dos dejetos. Finalmente gostaria de destacar que esses resultados somente interessa ao produtor percebo haver indiferença por praticas nutricionais com a que desenvolvemos.
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24 de Março de 2021

Diego Surek, foi com prazer que verifiquei que você faz parte da equipe de pesquisadores do CNPsa. Eu fiz parte dessa equipe, nos primórdios do CNPsa, quando ainda funcionava na cidade, local que tinha sido um hospital. Naquela época não tínhamos infraestrutura de pesquisa , nos utilizávamos algumas instalações da associação dos produtores. Participamos da elaboração do projeto de Tamanduá, já como coordenador da área. Quando pedi demissão em 1979, as instalações estavam em fase de construção. Portanto meu caro amigo, o CNPsa faz parte da minha história de pesquisador. Assim, é prazeroso para mim participar de um foro de debate, que conta com a participação de um pesquisador desse centro. Ia me esquecendo, eu atuei na área de nutrição. Boa sorte
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