Efeito de parede celular de levedura sobre o desempenho produtivo de frangos de corte intoxicados com aflatoxina B 1

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RESUMO

Micotoxinas são metabólitos secundá­rios produzidos por diversos fungos filamentosos, tóxicos à animais e ao homem por contato, inalação e principalmente ingestão. Aflatoxinas são micoto­xinas hepatotóxicas e carcinogênicas, produzidas principalmente pelos fungos Aspergillus flavus e A. parasiticus, e sua presença constitui grande pre­ocupação para a avicultura mundial por problemas como diminuição da produtividade das aves e lesões de carcaça. Adsorventes à base de parede celular da levedura Saccharomyces cerevisiae, possuem glu­comananos esterificadas, e são capazes de ligar-se eficientemente a diversas micotoxinas, como aflato­xinas, fumonisinas e zearalenona. O objetivo do pre­sente estudo foi avaliar o efeito de parede de leve­dura (aditivo anti-micotoxinas) sobre o desempenho produtivo de frangos de corte intoxicados com afla­toxina B1 até os 21 dias de idade. A adição de 1,01 mg kg-1 (ppm) de AFB1 na dieta dos frangos de corte no presente estudo foi capaz de alterar negativamen­te o peso vivo, ganho de peso e consumo de ração a partir dos 7 dias de idade, e nas mesmas condições experimentais a adição da parede celular de levedu­ra, usada como um aditivo anti-micotoxina, reverteu tais efeitos. Mais estudos devem ser realizados acer­ca do assunto para melhor esclarecer o mecanismo de ação destes aditivos na produção animal.

PALAVRAS-CHAVE. Aflatoxinas, adsorvente, Aspergillus, Saccharomyces cerevisiae.
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INTRODUÇÃO

Os fungos são organismos saprófitas, capazes de utilizar uma grande variedade de substratos para obter carbono orgânico. Muitos fungos filamento­sos são agentes deteriorantes de alimentos e tam­bém são capazes de produzir micotoxinas, que são substâncias tóxicas para animais e homens por in­gestão, contato e inalação, produzidos durante seu metabolismo secundário. A contaminação por mi­cotoxinas também gera grandes perdas econômicas na produção de grãos e criação de animais (Samson et al. 2000). Dentre as micotoxinas que contaminam os alimentos, as mais estudadas e de maior impor­tância econômica são as aflatoxinas, a zearalenona, os tricotecenos, as fumonisinas e a ocratoxina A (Sassahara et al. 2003).

Aflatoxinas são micotoxinas produzidas princi­palmente por duas espécies fúngicas do gênero As­pergillus: A. flavus e A. parasiticus. Existem cerca de 17 compostos similares designados como aflato­xinas, sendo os principais tipos identificados como B1 (de maior toxidez), B2, G1 e G2. (Mídio & Martins 2000). Ao alcançar a circulação sanguínea, pode li­gar-se de forma reversível às proteínas plasmáticas, principalmente à albumina, sendo então distribuí­da aos diversos órgãos, como músculo, rins, teci­do adiposo e fígado, e é neste órgão onde ocorre a maior parte do processo de biotransformação das aflatoxinas. Há diversos relatos da contaminação do alimento produzido e destinado à avicultura por aflatoxinas, bem como da colonização por fungos aflatoxígenos (Almeida et al. 2009, Magnoli 1998, Rosmaninho et al. 2001, Salle et al. 2001).

As estratégias de prevenção priorizam minimi­zar a formação de micotoxinas no campo e durante armazenamento de grãos, no entanto, os esforços podem não ser eficientes, e devem ser então aplica­das medidas pós-colheita para a detoxificação des­tas. Daí faz-se o uso de aditivos anti-micotoxinas (AAM), grupo que inclui os produtos que, quando adicionados em alimentos para animais, são capazes de adsorver, inativar, neutralizar ou biotransformar as micotoxinas (Brasil 2006). Um exemplo desses produtos são os adsorventes constituídos por parede celular de leveduras (PCL), uma alternativa segura e benéfica aos animais. Esses efeitos são advindos de sua composição, que é rica em carboidratos, a maioria glucanos e mananos, formando a maior par­te dos polissacarídeos constituintes da parede celu­lar (Gibson & Roberfroid 1995). São considerados os verdadeiros colaboradores para a saúde animal, pois estimulam o sistema imunológico e contribuem para a integridade da mucosa intestinal (Flemming & Freitas 2005), mostrando-se semelhantes aos an­timicrobianos melhoradores de desempenho, por impedirem a adesão de microrganismos enteropa­togênicos, e possuírem a capacidade de ligarem-se e inativarem micotoxinas no lúmen intestinal (Al­bino et al. 2006). Como as propriedades benéficas dos microorganismos são cepa-dependentes e não podem ser extrapoladas ao gênero nem à espécie, torna-se necessária a avaliação de cada novo produ­to originado a partir de uma nova cepa de levedura. Assim, o objetivo do presente estudo foi o de avaliar o efeito de PCL (parede celular de S. cerevisiae), usado como aditivo anti-micotoxina, em frangos de corte intoxicados com AFB1 até os 21 dias de idade

MATERIAL E MÉTODOS

O local dos ensaios in vivo foi no Núcleo de Pes­quisas Micológicas e Micotoxicológicas - Projeto Sanidade Animal (Embrapa/UFRRJ), Departamen­to de Microbiologia e Imunologia Veterinária, Ins­tituto de Veterinária, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Seropédica, RJ.

A AFB1 foi produzida nos laboratórios do NPMM/UFRRJ, a partir da fermentação controlada de arroz branco polido por Aspergillus parasiticus NRRL 2999, de acordo com Shotwell et al. (1966) com modificações. Todo o núcleo de AFB1 foi au­toclavado, seco a 50°C e triturado (granulometria de 20 mesh). A micotoxina foi extraída e purificada através de coluna MycoSep®226 AflaZon de acor­do com as informações do fabricante (Romer Labs Diagnostic GmbH, Áustria), sendo em seguida quantificada por cromatografia líquida de alta efi­ciência (CLAE). Após a quantificação, o núcleo foi incorporado à ração das aves em proporção conve­niente utilizando um misturador mecânico tipo “Y”. Após esta etapa, uma nova extração e quantificação por CLAE foi realizada a fim de se obter a concen­tração final mínima de 1 mg kg-1 (ppm) de AFB1 na ração experimental. Foi utilizado o delineamento em blocos ao acaso, sendo os tratamentos constitu­ídos por: T01 (dieta sem aflatoxinas, ou dieta base - DB), T02 (DB + PCL 0,2 %), T03 (DB + 1,01 ppm de AFB1), T04 (DB + 1,01 ppm de AFB1 + PCL 0,2 %). Todas as dietas foram fornecidas às aves ad li­bitum, assim como a água potável. Foram utilizados 288 frangos de corte, machos, da linhagem Cobb, recebidos com um dia de idade, vacinados contra a Doença de Marek, NewCastle e Gumboro, com peso médio de 42g, alojados em gaiolas, no total de 72 animais por tratamento (9 por gaiola, 36 por blo­co, 2 blocos por tratamento). A observação clínica dos animais e aferição das temperaturas do ambien­te e das gaiolas foram realizadas três vezes ao dia durante os 21 dias de experimentação.

Foram calculados o peso vivo (PV), ganho de peso (GP), consumo de ração (CR) e conversão ali­mentar (CA) das aves de todos os tratamentos aos 7, 14 e 21 dias de idade. Os resultados foram subme­tidos à análise de variância (P< 0,05), conduzidas usando o programa computacional PROC GLM em SAS (SAS Institute, Cary, NC). As comparações es­tatísticas foram realizadas entre tratamentos segun­do teste estatístico LSD.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

O PV dos quatro tratamentos no 1° dia e aos 7, 14 e 21 dias estão apresentados na tabela 1. Aos sete dias a média de PV dos animais pertencentes ao T03 foi inferior às demais médias. Esta diminuição de PV é um efeito negativo da dieta com AFB1 (1,01 ppm) resultado de acordo com o estudo de Aravind et al. (2003), que utilizaram para frango de corte uma con­centração bem menor de toxina - 0,168 ppm de AFB1 - sem a adição de AAM, e observaram redução sig­nificativa no PV das aves intoxicadas. Aos 21 dias, a maior média de PV correspondeu aos animais do T04, e a menor foi observada nos animais do T03. O AAM foi capaz de elevar o PV aos 21 dias, resultado semelhante ao encontrado por Lopes et al. (2006), que testaram o efeito da adição de bentonita sódica (AAM inorgânico), na ração de frangos de corte.

Os polissacarídeos presentes na parede celular são prebióticos, promovem um ambiente intesti­nal saudável e estimulam respostas imunológicas, o que pode refletir em melhor desempenho zootéc­nico, entretanto Benites et al. (2008), que avalian­do o desempenho de aves intoxicadas aos 21 dias alimentadas com 0,5 g kg-1 de parede celular de S. cerevisiae não observaram aumento no PV e no GP das aves que receberam o aditivo.

O GP dos quatro tratamentos aos 7, 14 e 21 dias estão apresentados na tabela 2. O menor GP aos 7 dias (T03) está relacionado ao efeito negativo da AFB1. Esses resultados estão de acordo com os en­contrados por Miazzo et al. (2005), que testaram uma concentração de 2,5 ppm aos 33 dias de tra­tamento e obtiveram uma redução do GP das aves intoxicadas.

As aves do T04 alcançaram maior média de GP quando comparadas às outras aos 21 dias de idade. Estes resultados não estão de acordo com os encon­trados por Santín et al. (2003), pois em seu experi­mento o AAM testado não foi capaz de alterar o GP nem o PV das aves.

O CR dos animais dos quatro tratamentos nos dias 7, 14 e 21 dias estão apresentados na tabela 3. E os resultados se assemelham aos de PV e GP, com menores médias para as aves intoxicadas a partir de 7 dias. Estes dados confirmam as observações de Aravind et al. (2003), Santín et al. (2003), Giaco­mini et al. (2006) e Lopes et al. (2006) que em seus experimentos também observaram efeito da AFB1 na redução do CR. No geral, o CR foi inferior ao es­perado em todos os tratamentos, em função da ele­vada temperatura interna do aviário, cerca de 30ºC na região, apesar da utilização de nebulizadores e ventiladores.

O valor da CA dos animais dos quatro tratamen­tos aos 7, 14 e 21 dias estão representados na tabela 4. Os resultados sobre a eficácia de AAM à base de parede de leveduras dependem do manejo, compo­sição do produto, idade e estado sanitário das aves, mas em geral, estes produtos são reportados como capazes de reverter efeitos negativos das aflatoxico­ses em frangos e podem melhorar a conversão ali­mentar na presença ou não de micotoxinas na die­ta (Roll et al. 2010). Neste trabalho, o AAM (PCL 0,2%) não melhorou significativamente a CA, dis­cordando dos trabalhos de Çelýk et al. (2003) e de Santín et al. (2003). Nesse tipo de estudo, a avalia­ção da conversão alimentar deve ser feita com cui­dado e critério, pois a adição de aflatoxina na dieta provoca um marcante efeito na redução do ganho de peso e do consumo alimentar, resultando, muitas vezes, em conversões alimentares similares. Desta forma, as principais variáveis a serem consideradas devem ser o peso vivo, o ganho de peso e o consu­mo de ração, sendo a conversão alimentar analisada como um critério posterior ou de desempate na ava­liação de múltiplos produtos.

CONCLUSÕES

A adição de 1,01 ppm de AFB1 na dieta dos fran­gos de corte no presente estudo foi capaz de alterar negativamente o peso vivo, ganho de peso e con­sumo de ração a partir dos 7 dias de idade, e nas mesmas condições experimentais a adição do AAM (PCL 0,2%) reverteu tais efeitos. Mais estudos de­vem ser realizados acerca do assunto a fim de es­clarecer a ação destes tipos de AAM no organismo animal, e sua capacidade de adsorção às diversas micotoxinas.

Agradecimento. Ao CNPq pelo suporte finan­ceiro.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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Esse artigo técnico foi originalmente publicado na Revista Brasileira de Medicina Veterinária da Sociedade de Medicina Veterinária do Estado do Rio de Janeiro.

 
Autor/s.
Possui Graduação em Medicina Veterinária (2006), Mestrado (2009) e Doutorado (2012) em Ciências Veterinárias (Sanidade Animal) pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). Atualmente é Professora Adjunto da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Tem experiência na área de Microbiologia, com ênfase em Micologia e Micotoxicologia. Também atua como Pesquisadora Colaboradora dos Grupos de Pesquisa da UFRRJ: "Núcleo de Pesquisas Micológicas e Micotoxicológicas" e "Criação Ecológica de Abelhas".
Atualmente é aluna de Doutorado no Curso de Pós Graduação em Ciências Veterinárias da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), na área de Sanidade Animal. Possui Mestrado em Ciências Veterinárias (2010) e é Graduada em Medicina Veterinária pela UFRRJ. Tem experiência na área de Medicina Veterinária, com ênfase em Microbiologia de alimentos, Micologia e Micotoxicologia.
Possui graduação em Medicina Veterinaria (1977), mestrado em Medicina Veterinária (1985), doutorado em Ciência e Tecnologia de Alimentos (1999) e doutorado em Ciências Veterinárias (2002) pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). É Livre Docente em Micologia Veterinária pela UFRRJ (2001). Atualmente é professor titular da UFRRJ, consultor científico da Universidade Federal do Piauí (UFPI) e professor titular vistante - Universidad Nacional de Rio Cuarto. Tem experiência na área de Microbiologia, com ênfase em Micologia e Micotoxicologia.
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