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Artigo: Imuno-histoquímica: entendendo e utilizando a técnica no diagnóstico de enfermidades suínas

Publicado o: 13/10/2010
Autor/s. : Roberto Maurício Carvalho Guedes, DVM, MS, PhD (Escola de Veterinária da Universidade Federal de Minas Gerais/UFMG)
INTRODUÇÃO O tema “Utilização do laudo histopatológico no diagnóstico clínico” foi abordado em um artigo nosso publicado em outubro do 2009. Naquele artigo, ficou clara a importância da histopatologia como ferramenta para um diagnóstico mais completo, que torna possível a associação entre a detec&ccedi...
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Re: Imuno-histoquímica: entendendo e utilizando a técnica no diagnóstico de enfermidades suínas
13/10/2010 | Prezado Professor,
Parabenizo-o pelo excelente artigo. Cada vez mais os exames laboratoriais requerem abordagem multidisciplinar desde que os processos, muitas vezes, são sindrômicos. Por este motivo devemos incluir os suportes diagnóstico disponíveis.
Em continuidade a sua excelente explicação da técnica, como usuário frequente de exames laboratoriais, gostaria de conhecer sua experiencia na comparação da prova de imuno-histoquímica com as provas de Imunofluorescência e PCR no que diz respeito a especificidade, sensibilidade, custo e rapidez. Gostaria também de conhecer a possibilidade de exames diagnóstico por esta técnica para avicultura, nesta entidade de ensino e pesquisa.
Cordialmente,
Paulo Martins, M.V.
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Re: Imuno-histoquímica: entendendo e utilizando a técnica no diagnóstico de enfermidades suínas
14/10/2010 | Prezado Paulo,

Me alegro que tenhas gostado do tema abordado e da forma que abordamos.

Com relação aos questinamentos feitos, seguem aqui meus comentários. De uma maneira geral, a imuno-histoquímica tem se mostrado mais sensível que a imunofluorescência e ainda permite uma avaliação mais detalhada das lesões histológicas. A única vantagem da imunofluorescência seria a rapidez de ução. Comparando com a PCR, a sensibilidade se compara, mas é variável dependendo principalmente da amostra a ser avaliada a PCR. Digo isto por existirem em vários tecido ou amostras inibidores da PCR que podem interferir com a reação. Vale lembrar que com a PCR não é possível a associação entre lesões histológicas e a presença do agente, sendo uma vantagem da imuno-histoquímica. Por outro lado, a elaboração de primers e de reações da PCR para agentes vários é muito mais fácil do que a produção de anticorpos específicos. Assim sendo, ambas são boas técnicas e devem ser utilizadas de acordo com o agente que queres detectar e com a amostra a ser analisada.
Com relação a tua pergunta sobre a técnica de imuno-histoquímica para aves, te sugiro corresponder com nossa colega de setor que é especialista na área (Profa. Roselene Ecco).

Atenciosamente,
Roberto Guedes
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