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Matrizes Suínas Distocia

Caracterização da distocia em matrizes suínas – Visão geral

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A atual inserção do Brasil no mercado internacional da carne suína é possivelmente o resultado mais visível das grandes mudanças tecnológicas da sua suinocultura, que vem impondo novas regras e técnicas ao setor (SILVEIRA & TALAMINI, 2007).

O setor de reprodução é de suma importância para o sucesso de uma cadeia suinícola, no qual devem ser selecionados profissionais altamente qualificados para que não haja prejuízos a produção. Dentre os diversos problemas reprodutivos, podemos observar a ocorrência da distocia ou parto patológico.

Para que possamos identificar uma distocia e posteriormente realizar qualquer intervenção é necessário o entendimento de todos os processos fisiológicos que ocorrem no parto da porca. O parto normal requer a interrupção das forças que mantêm a gestação, a ativa preparação dos fetos e da mãe para a abertura do canal do parto e para as contrações que irão expulsar os fetos (BERNARDI, 2007).

A distocia caracteriza-se pelas dificuldades ou impedimentos que o feto encontra para ser expulso do útero, em decorrência de origem materna, fetal ou de ambos (STAINKI, 2001). A distocia em porcas ocorre em 0,5 a 1 % de todos os partos e pode ser maior em marrãs ou quando as matrizes são muito velhas (JACKSON, 2006).

STAINKI (2001), afirma que, um exame clínico minucioso unido a conhecimentos de anatomia, fisiologia, patologias da gestação, do parto e do puerpério são fundamentais para estabelecer o diagnóstico, o prognóstico e o auxilio obstétrico mais adequado.

O presente trabalho tem por objetivo, realizar uma revisão bibliográfica acerca da distocia em fêmeas suínas verificando sua incidência nestes animais e a partir disto considerar a característica geral deste processo.

2. Fisiologia normal do parto em porcas

Para que possamos identificar uma distocia e posteriormente realizar qualquer intervenção é necessário o entendimento de todos os processos fisiológicos que ocorrem no parto da porca. A compreensão do processo de nascimento e dos mecanismos que o controlam permite que as anormalidades sejam reconhecidas. Esse conhecimento é necessário para que não haja interferência desnecessária durante situação normal, mas deve também servir para controlar o momento da parição para que atendentes estejam presentes e, assim, realizem as intervenções necessárias de modo a reduzir as perdas de leitões por natimortalidade (BERNARDI, 2007)

O parto normal requer a interrupção das forças que mantêm a gestação, a ativa preparação dos fetos e da mãe para a abertura do canal do parto e para as contrações que irão expulsar os fetos. A expulsão dos fetos requer a sincronização das contrações uterinas com as contrações da parede abdominal (TABELA 1). O eixo hipotálamo-hipófise-adrenal dos fetos é ativado e o resultante aumento de corticosteróides fetais inicia uma cascata de eventos endócrinos, no organismo materno, que culminam com as contrações uterinas e expulsão dos fetos. A ocorrência de fases regulares e frequentes de atividade do miométrio, que ocorrem durante as 9h que precedem o parto, coincidem com o aumento da concentração plasmática de ocitocina. A PGF2alfa também contribui para a ocorrência de contrações uterinas adequadas e rápida expulsão dos fetos (BERNARDI, 2007).

TABELA 1: Divisão do parto em três fases:

Fase

Forças mecânicas

Período

Eventos

Dilatação cervical

Contrações uterinas

Regulares

Do inicio das contrações uterinas

até completa dilatação cervical

- Agitação da fêmea;

- Aumento dos batimentos cardíacos e movimentos respiratórios.

Expulsão

dos

fetos*

Fortes

contrações

uterinas

e abdominais

Da completa dilatação cervical

até o final da expulsão dos fetos

- A fêmea se deita e faz esforços;

- Ruptura do alanto-córion e

eliminação de fluido pela vulva;

- Exposição da bolsa amniótica na

vulva, sua ruptura e liberação do feto.

Expulsão

da

placenta

Contrações uterinas de

menor

Amplitude

Do final da expulsão dos fetos até

a expulsão de todas as placentas

 

- Término dos esforços (contrações)

abdominais);

- Separação das membranas fetais

da superfície uterina e sua expulsão.

Fonte: SENGER, 2003


2.1 Mecanismo de desencadeamento do parto

O parto é desencadeado pelos fetos, é completado por uma complexa interação de fatores endócrinos, nervosos e mecânicos, embora suas funções precisas e inter-relações não sejam completamente entendidas (BERNARDI, 2007).

O parto depende basicamente de dois processos mecânicos: a contração do útero e a dilatação da cervix em grau suficiente para permitir a passagem dos fetos. Durante a gestação, as contrações do miométrio possuem amplitude e freqüência baixas, de modo a facilitar o crescimento dos fetos, sem transtornos. Durante o trabalho de parto essas contrações são substituídas por outras mais vigorosas e mais frequentes, de força expulsiva (ANDERSON, 1993).

A remoção do bloqueio da progesterona ocorre pelo fato do cortisol fetal promover a síntese de enzimas que convertem progesterona em estradiol, na placenta. Este evento explica a queda drástica do nível de progesterona e aumento do nível de estradiol que ocorrem no final da gestação. Além de estimular a conversão de progesterona em estradiol, o cortisol fetal estimula a síntese placentária de PGF2alfa (SENGER, 2003).

 

2.2 Sinais do parto

A preparação para o parto inicia 10 a 14 dias antes da data prevista, com o desenvolvimento da glândula mamária e edema da vulva como sinais mais evidentes nesta fase (MUIRHEAD & ALEXANDER, 1997). Várias mudanças ocorrem na fêmea e são indicativas de parto iminente. 

  • Mudanças na glândula mamária (RANDALL, 1986).

Aumento de volume do úbere, na última semana de gestação, as glândulas ficam individualmente delineadas. Um edema mais acentuado, indicativo de formação de secreção láctea, ocorre 24 h antes da expulsão dos fetos e as glândulas ficam mais túrgidas, sendo notado principalmente nos tetos. A ejeção de secreção láctea, uma resposta induzida pela ocitocina, inicia quando faltam aproximadamente 12h para o parto. Quando a secreção láctea torna-se facilmente disponível, sendo obtida em jatos, o parto pode ser esperado entre 6 a 8 h. 

  • Mudanças comportamentais (SMITH, 1997):

Nas 24h que precedem o parto, há mudanças comportamentais da fêmea que aumenta o estado de alerta, manifesto pela agitação e o fato de levantar e deitar com frequência. A fêmea reduz o apetite e as tentativas de defecar ou urinar são mais frequentes. Geralmente, 12h antes do parto iniciam os sinais de preparação do ninho, que incluem movimentos dos membros anteriores na tentativa de amontoar ou empilhar material de cama ou alimento. Se algum material de cama estiver disponível, a fêmea fica mastigando-o e remoendo-o em sua boca e, se ela estiver em local com palha, irá construir uma cama. Em instalações confinadas, estes sinais podem ser expressos por remexer ou mastigar, morder barras ou outros objetos que estejam na baia ou gaiola. Suspeita-se que estes sinais estejam associados com o inicio das dores do parto, mas há evidências de que este comportamento já inicia antes da atividade uterina intensa. Finalmente, há um período de relativa quiescência, 1 a 2 h antes do parto, quando a porca se acalma, se deita e começa a esticar e encolher os membros posteriores, em direção ao abdômen. 

  • Mudanças na vulva e secreções vulvares (RANDALL, 1986):

Ocorre edema e hiperemia da vulva, 3 a 4 dias antes do parto. Uma pequena porção de fluido contendo sangue pode ser liberada 1-2h antes do inicio da fase de expulsão. Pequenas quantidades de mecônio são, com frequência, expelidas junto com os fluidos eliminados pela vulva, antes da expulsão do primeiro leitão. Quando isto ocorre, o primeiro leitão é usualmente expulso dentro de 15 a 30 minutos. Além destas mudanças, há aumento da frequência respiratória, de 54 para 91 movimentos, entre 24 e 6h antes do parto, e diminuição para 72 movimentos, no período imediatamente antes do nascimento do primeiro leitão.

3. Aspectos Conceituais da Distocia

A distocia é definida como um parto difícil, caracterizando-se pelas dificuldades ou impedimentos que o feto encontra para ser expulso do útero, em decorrência de origem materna, fetal ou de ambos. Pode variar desde um atraso, até a incapacidade de parir. As conseqüências do parto distócico podem ser (STAINK, 2001):

  • a) Morte do feto
  • b) Diminuição na produção em geral
  • c) Redução da fertilidade
  • d) Morte da fêmea

As distocias em suínos não são comuns quando comparadas às outras espécies, ocorrendo em 0,5 a 1% dos partos, pode ser maior em marrãs ou quando são muito velhas (BRITT et al., 1999). Entretanto, é comum índice de palpações bem superior, ou seja, muitas vezes, pode haver precipitações ou inexperiência por parte dos funcionários.

As principais causas de distocia em porca podem ser de origem materna e de origem fetal, sendo a primeira mais prevalente. Seguem abaixo as causas mais comuns segundo JACKSON, 2006:

Origem materna:

  • Inércia uterina
  • Obstrução do canal do parto:
  • Excitação materna

Origem fetal:

  • Má disposição fetal
  • Desproporção feto-pélvica

Porém, há também as causas iatrogênicas de distocias, como o uso incorreto de prostaglandinas e ocitocinas com intuito de controlar os partos (BRITT et al., 1999).

Dentre as mais freqüentes causas em ordem de incidência a que mais se destaca é a Inércia uterina podendo ser verificada em um estudo de 200 casos atendidos em fazendas mostrados na TABELA 2.

            TABELA 2: Causas de distocia em porca e suas respectivas incidências.

Causa

%

Inércia Uterina

37,0

Obstrução do canal do parto

13,0

Desvio do útero

9,5

Excitamento materno 

4,0

Má disposição fetal                                         

3,5

Desproporção feto pélvica                   

3,0

*Em alguns casos, mais de uma agente causador estava presente.

Fonte: Jackson, (1975).

 

3.1 Inércia Uterina

É a causa mais comum de distocia de origem materna em porcas. Suas subdivisões e respectivas incidências são:

  • Inércia uterina Primária 20%
  • Inércia uterina secundária 49%
  • Inércia Uterina Idiopática 31%

Inércia uterina Primária:

A inércia primária é a falha do útero em iniciar as contrações no parto. Vários fatores podem estar envolvidos, como balanço hormonal, nutrição, ambiente e doenças (ASH, 1986).

Existem duas formas de inércia uterina primária observada nas marrãs: a da fêmea com toxemia (60%) e a observada nas fêmeas sem toxemia (aprox. 40 %):

a) Inércia uterina em fêmeas com toxemia: Animais apresentam sinais de debilidade antes do parto, secreção vaginal de odor fétido podendo estar associadas a infecções principalmente por parvovírus suíno. A mucosa vaginal apresenta-se ressecada e fibrosa, membranas fetais estão separadas da suas inserções uterinas e estão ressecadas e a vagina esta preenchida com ar. A resposta com ocitocina é variável e o prognóstico para as marrãs acometidas é muito ruim (JACKSON, 2006).

b) Inércia uterina em porcas sem toxemia: As porcas afetadas geralmente estão espertas e alegres. A cervix esta dilatada, os fetos são palpáveis, mas sem contração uterina presente. Mais de 20 % dos leitões podem estar mortos. A causa exata a essa condição é desconhecida e o cálcio materno é normal (JACKSON, 2006).

Inércia Uterina Secundária:

É a forma mais comum de inércia uterina suína. Em todos os casos alguns fatores primários (ambientes barulhentos, temperaturas elevadas, intervenção do criador, toque vaginal no momento não apropriado ou aplicações de ocitocina em doses muito elevadas) atrasam o parto resultando em cansaço da musculatura uterina. Geralmente vários leitões já nasceram e existe um histórico de forças mal sucedidas. Os fatores primários comuns incluem um leitão morto mal posicionado, apresentação simultânea de dois ou mais leitões ou uma obstrução no canal do parto. A taxa de natimortos pode ser 40 % (JACKSON, 2006).

Inércia Uterina Idiopática:

Nesta condição as contrações uterinas cessam durante a segunda fase do parto (fase de dilatação), além disso, não ocorre dilatação da cervix. A condição parece ter mais incidência em porcas obesas e em algumas porcas os níveis de cálcio são ligeiramente reduzidos. A causa precisa é desconhecida, mas a condição é responsiva a ocitocina. A taxa de natimortos pode ser 10 % (JACKSON, 2006). 

4. Procedimentos

Antes de optar pela intervenção no parto, é indispensável o exame geral da fêmea, com especial atenção ao aparelho circulatório e respiratório (SOBESTIANSKY et al., 2001).

Se a manipulação obstétrica for realmente necessária, esta deverá ser conduzida com o máximo de cuidados higiênicos, pois podem ser introduzidos microorganismos patogênicos no ambiente genital, principalmente enterobactérias (MEREDITH, 1995). A intervenção inclui exame manual da vagina, cervix ou até onde se consegue palpar, removendo obstáculos de obstrução ou fetos mal apresentados (BRITT et al., 1999).

Quando necessário intervir deve-se:

  • Lavar a parte posterior da porca
  • Limpar rigorosamente as mãos e os braços
  • Colocar luvas passar lubrificante vaselina ou mucilagem sobre a luva
  • Introduzir a mão lentamente evitando movimentos bruscos.

Uma vez, identificado uma distocia de origem fetal, procede-se a correção da posição e retira-se o leitão. No caso de inércia uterina e, quando após o toque vaginal constatar-se que não existam obstáculos a saída dos leitões recomenda-se aplicar carbetocina ou ocitocina (10 a 20 UI) nos músculos dos quartos posteriores com 30 minutos de intervalo. Em dias quentes ou quando a porca estiver muito cansada deve-se banhá-la por 10 a 15 minutos antes de aplicar ocitocina para reanimá-la. Alguns minutos após a aplicação, colocam-se os leitões já nascidos para mamarem. Concluído o atendimento do parto distócico, deve-se proceder a um novo exame geral, fazer a fêmea levantar e se movimentar, observando seu apetite. Quando necessário recomenda-se aplicação de antibióticos e infusão uterina. A ocitocina não deve ser aplicada antes do toque vaginal e do nascimento do primeiro filhote, pois pode estar ocorrendo estreitamento da via fetal óssea ou mole, a torção do útero ou a presença de fetos muito grandes. (SOBESTIANSKY et al., 2001).

5. Conclusão

Foi possível concluir através desta revisão de literatura que a incidência da distocia em porcas é baixa em relação ao índice de palpações realizadas nas granjas, nos levando a crer que muitas vezes, pode haver precipitações ou inexperiência por parte dos funcionários.

O índice de intervenções vaginais no momento do parto observado ao longo de um ano produtivo é elevado em uma propriedade, sugerindo que muitas destas palpações podem estar sendo efetuadas sem real necessidade, devido à falta de conhecimento dos mecanismos e procedimentos aos quais devem ser considerados no parto da porca.

A presença do Médico Veterinário ou técnicos capacitados, observando os partos e os aspectos da reprodução dos suínos, bem como capacitando a equipe de maternidade para uma melhor observação e realização dos procedimentos ligados ao parto, é essencial para aumentar a eficiência produtiva das fêmeas suínas.


6. Bibliografia

ANDERSON L.L. Pigs. In: Hafez E.S.E. (Ed). Reproduction in farm animals. 6th edn. Philadelphia: Lea & Febiger, pp. 343-360, 1993.

ASH M. Management of the farrowing and lactating sow. In: Morrow D.A. (Eds). Current therapy in theriogenology. 2nd edn. Philadelphia: W.B. Saunders Company, pp. 931-934, 1986.

BERNARDI, M.L. Fisiologia do parto em Suínos In: II Simpósio UFRGS Produção Reprodução e Sanidade Suína, 2007, Porto Alegre. Acta Scientiae Veterinariae. 35(Supl.): S139-S147, 2007.

BERNARDI, M.L. Fisiologia do parto em Suínos In: II Simpósio UFRGS Produção Reprodução e Sanidade Suína, 2007, Porto Alegre. Acta Scientiae Veterinariae. 35(Supl.): S 150, 2007.

BRITT, J. H.; ALMOND, G. W.; FLOWERS, W. L. Diseases of the Reproductive System. In: STRAW, B. E.; D'ALLAIRE, S.; MENGELING, W. L.; TAYLOR, D. J. Diseases of Swine. 8. ed. London: Iowa State University Press, 1999. p. 883-911.

JACKSON, P. G. G. Distocia na Porca.  2. ed.  São Paulo: Roca, 2006.

JACKSON, P. G. G. The incidence of stillbirth in cases of dystocia in sows. Veterinary Record, v. 97, pp. 411-412. 1975.

MEREDITH, M.J. Pig breeding and infertility. In: Animal Breeding and Infertility. London: Blackwell Science, 1995. Cap.7 p. 278-353.

MUIRHEAD. M.R. & ALEXANDER T.J.L. Managing and treating disease in the farrowing and suckling period. In: (Eds). Managing pig health and treatment of disease. A reference for the farm. Sheffield: 5 M Enterprises, pp. 227-282, 1997

RANDALL G.C.B.  Physiology of late pregnancy and parturition in swine.  In: Morrow D.A. (Ed.). Current therapy in theriogenology 2nd edn. Philadelphia: W.B. Saunders Company, pp. 923-927, 1986.

SENGER P.L. Placentation, the endocrinology of gestation and parturition. In: Senger P.L. (Ed.). Pathways to pregnancy and parturition. 2nd edn. Ephrata: Current Conceptions, pp. 304-325, 2003.

SILVEIRA, P. R. S.; TALAMINI, D. J. D. A cadeia produtiva de suínos no Brasil.  Conselho Federal de Medicina Veterinária, n.42, p.18-11, set. 2007.

SMITH C.A. Normal and abnornal parturition in swine. In: Youngquist R.S. (Ed.). Current therapy in large animal theriogenology. Philadelphia: W.B. Saunders Company, pp. 719-726, 1997.

SOBESTIANSKY, J.; BARCELLOS D. E.; MORES, N.; OLIVEIRA, S. J.; CARVALHO, L. F.; MORENO, A. M.; ROEHE, P. M.  Clinica e Patologia Suína.  2. ed. Goiânia: 2001

STAINK, D. R. Notas de Aula. Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul - Campus Uruguaiana, 2001.

 
Autor/s.
Possui graduação em Medicina Veterinária (1997) e Mestrado em Zootecnia (2000) pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e Doutorado em Epidemiologia Experimental Aplicada Às Zoonoses pela Universidade de São Paulo (USP, 2010). É responsável técnico, LAB PET, Professor Titular - Faculdades Integradas Cantareira, Professor da Universidade Anhembi Morumbi (UAM, 2001 - 2012) e Professor e Pesquisador (Associado II) da Faculdade de Tecnologia - Fatec - Mogi das Cruzes, SP. Tem experiência na área de Medicina Veterinária, com ênfase em Produção, Nutrição e Agronegócio Animal.
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Prof. Roberto de Andrade Bordin
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Doutor Ciencias Veterinárias (Sanidade); Mestre em Zootecnia (Nutrição e Produção Animal); Médico Veterinário
Re: Caracterização da distocia em matrizes suínas – Visão geral
14/04/2009 | Olá pessoal tudo bem?...espero que sim.

Após a leitura deste artigo vamos iniciar uma troca de informações e conhecimentos sobre o tema?
A proposta é de interação técnica entre os leitores. Exponha sua opinião, dúvida sobre o tema, participe.

Saúde para todos.

Prof. Roberto de Andrade Bordin
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Re: Caracterização da distocia em matrizes suínas – Visão geral
17/04/2009 | Olá pessoal, tudo bem!!
Quero agradecer aos que leram com atenção o artigo, espero que tenham gostado!!
Me dediquei a ele junto a meu orientador a fim de tentar responder algumas das questões levantadas sobre o assunto!!
Fiquem à vontade de fazer perguntar que terei prazer em responde-las!
Obrigada novamente
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Prof. Roberto de Andrade Bordin
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Doutor Ciencias Veterinárias (Sanidade); Mestre em Zootecnia (Nutrição e Produção Animal); Médico Veterinário
Re: Caracterização da distocia em matrizes suínas – Visão geral
24/04/2009 | Olá amigos...
Acredito que deu tempo de realizar uma boa leitura no artigo para o embasamento de nossa discussão...vamos lá.

Como vcs classificariam a ação pessoal ou de seus tratadores e técnicos quanto ao reconhecimento da distocia...parto demorado entre leitões é parto distócico?

Quais observações nas matrizes podem nos ajudar na interpretação de distocia?

abs e não esqueçam do evento AVESUI - São Paulo - 27 a 29 de Abril (expo center norte).
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Re: Caracterização da distocia em matrizes suínas – Visão geral
20/01/2012 |

Olá companheiros da Engormix.
Mto interessante esse forum sobre a distocia em matrizes.
Estou iniciando minha carreira profissional agora, e tenho uma duvida sobre o parto distocito, principalmente sobre a má disposição fetal.
No caso de porcas ( e não marrãs) que ocorrem esse problema, será possivel que nos proximos partos ocorra esse problema novamente, sendo o caso de descarte da mesma, ou nao?

obrigada,
Gabriela
Zootecnista

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Prof. Roberto de Andrade Bordin
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Doutor Ciencias Veterinárias (Sanidade); Mestre em Zootecnia (Nutrição e Produção Animal); Médico Veterinário
Re: Caracterização da distocia em matrizes suínas – Visão geral
23/01/2012 |

Olá tudo bem?...dependendo da causa e se for distocia mesmo pode ser que sim, com certeza o descarte e a reposição seria indicado.

abs

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Re: Caracterização da distocia em matrizes suínas – Visão geral
13/05/2013 |

Muito Interessante o artigo, se dá enfase na maioria das vezes mesmo na hora do parto a importância maior aos leitões e depois a matriz.

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Prof. Roberto de Andrade Bordin
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Doutor Ciencias Veterinárias (Sanidade); Mestre em Zootecnia (Nutrição e Produção Animal); Médico Veterinário
Re: Caracterização da distocia em matrizes suínas – Visão geral
14/05/2013 |

Olá. No caso de distocia, se diagnosticado corretamente, devemos observar os padrões da granja quanto ao descarte, porém o diagnóstico de distocia deve ser melhor entendido.

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